sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

O que fazer em caso de mordida de cachorro em gato

Embora haja muitas histórias lindas de amizade entre cães e gatos, a grande maioria desses pets não se dá tão bem assim. Essa rivalidade tão conhecida e ilustrada nos desenhos e filmes pode acabar em briga, e ambos podem sair feridos, sendo a mordida de cachorro em gato um problema preocupante.

Cachorro no colo

Presenciar uma briga entre os animais não é nada agradável e pode ser traumatizante. Por isso, se passar por essa situação, é preciso manter a calma, tentar separar os pets de forma segura e, então, socorrê-los.

Em muitos casos, o gato pode sofrer uma mordida de cachorro durante uma brincadeira. Embora a ferida e as consequências da mordida sejam menos preocupantes, também exigem cuidados. Continue a leitura para saber o que fazer nessas situações.

Identificando a mordida no gato

Em alguns casos, pode ser que o tutor não presencie a mordida de cachorro em gato. Isso acontece, por exemplo, quando o pet sai na rua ou quando não há ninguém em casa supervisionando os animais.

Caso o bichano apareça mancando ou lambendo uma região do corpo de forma compulsiva, deve-se verificar se há indício de mordidas. Geralmente, as feridas causadas por mordedura de cão aparecem como perfurações dos dentes caninos ou rasgos e lacerações na pele.

Devido ao trauma sofrido pela mordida, o local pode ficar inchado e com hematoma. Se já houver infecção bacteriana, a ferida apresenta pus e mau cheiro. Se forem observadas essas alterações, é provável que tenha ocorrido mordida de cachorro em gato.

O que acontece com o gato que foi mordido?

Embora a mordida em si assuste e exija cuidados, em casos de brigas muito violentas, outras consequências ainda mais graves podem surgir. Alguns exemplos são lesões em órgãos internos, fraturas de ossos e coluna vertebral, entre outras.

Dependendo do porte do cachorro agressor, o gato pode ser sacudido com força e lançado, rompendo órgãos como bexiga, fígado e baço. Outra complicação séria é a perfuração da caixa torácica ou ruptura do diafragma, causando dificuldade respiratória.

Então, todos os casos de gato mordido por cachorro devem ser tratados com seriedade, pois algumas alterações podem não ser observadas de imediato, comprometendo a vida do bichano. Por isso, sempre que houver mordida de cachorro em gato, o pet deve ser levado ao médico-veterinário.

Gato deitado.

É necessário realizar exames após a mordida?

Depende! O gato ferido deve passar por uma avaliação criteriosa do médico-veterinário. Se houver suspeita de hemorragia, ruptura de órgãos ou fraturas, pode ser necessário fazer radiografias e/ou ultrassonografia.

E se a mordida for pequena?

Sempre leve em consideração que a ferida de mordida de cachorro pode ser mais extensa do que parece, portanto, é sempre indicado que o pet seja levado para atendimento imediatamente. Assim, é possível descartar a possibilidade de fraturas, hemorragias internas e outras consequências.

A boca do cachorro é repleta de bactérias, portanto, qualquer mordida, por mais leve que seja, é considerada contaminada e tem grandes chances de causar infecção. Além disso, a mordida de cachorro em gato pode parecer pequena, mas o tecido subcutâneo pode sofrer deslocamento, o que piora o quadro clínico.

Como cuidar do ferimento por mordida?

Quando ocorre uma mordida de cachorro, mesmo que seja aparentemente inofensiva, ela não deve ser menosprezada nem tratada em casa. Sempre é necessário o atendimento do médico-veterinário, mas os primeiros-socorros podem ser feitos pelo tutor, lavando intensamente o local com água e sabão.

Se houver sangramento, faça compressão com gaze, algodão ou um tecido limpo. Mantenha assim até que o animal seja socorrido. Evite manipular o bichano o máximo possível para que não haja mais estresse ou intensificação do quadro clínico, caso haja ruptura de órgãos ou fraturas.

Como é o tratamento de mordida de cachorro?

Após a exclusão de consequências mais sérias devido à mordida de cachorro em gato, o tratamento consiste na ferida em si. É feita a tricotomia (retirada dos pelos) ao redor da ferida e limpeza com soro fisiológico ou substâncias antissépticas.

Se for uma ferida extensa e o animal sentir muita dor, o bichano pode precisar ser anestesiado para a realização do procedimento. Normalmente, são administrados analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos. No local da ferida são aplicadas medicações cicatrizantes e antibióticas.

Em feridas extensas e que sejam atendidas logo após a agressão pode ser feita a sutura do local para facilitar a cicatrização. Após algumas horas, as bactérias presentes na boca do cachorro já se instalaram no local da mordida. Então, a lesão não pode ser fechada.

Cuidados com o ferimento em casa

Após o primeiro atendimento feito pelo médico-veterinário, a bichano precisa continuar recebendo os devidos cuidados até que a lesão seja completamente cicatrizada. A ferida deve ser limpa diariamente com soro fisiológico. Você deve aplicar pomadas no local e administrar todas as medicações prescritas.

Ainda com todos esses cuidados, por se tratar de uma lesão muito contaminada por bactérias, a cicatrização pode ser longa e ainda assim ocorrer complicações, como infecção e necrose de pele.

Gato deitado no colo do tutor.

Como vimos, a mordedura pode gerar sérios problemas. Caso identifique mordida de cachorro em gato, não deixe de levá-lo para atendimento o mais rápido possível. Nossa equipe está pronta para ajudar o seu bichano!

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terça-feira, 19 de dezembro de 2023

Aprenda como dar água para gato doente

Os gatos já são animaizinhos conhecidos por não gostarem de beber muita água. Esse mau hábito pode trazer prejuízos à sua saúde, ainda mais quando estão debilitados. Se já é difícil estimular o pet a beber água em dias normais, imagine como dar água para gato doente!

Gato atrás da mesa olhando para a foto.

Apesar de ser um pouco mais trabalhoso, manter o bichano hidratado é fundamental para que seu organismo funcione adequadamente. Além disso, o gato debilitado precisa ainda mais desse nutriente. Então, vamos descobrir como dar água para gato doente.

A importância da hidratação

A água é um nutriente fundamental para que as atividades do organismo funcionem adequadamente. Ela melhora o fluxo sanguíneo e, consequentemente, de todos os outros órgãos. Veja alguns desses benefícios:

  • mantém as células hidratadas;
  • melhora a absorção de nutrientes e do oxigênio;
  • conduz nutrientes para dentro das células;
  • facilita a digestão e evita o ressecamento das fezes;
  • auxilia os rins a eliminarem toxinas pela produção de urina;
  • ajuda a manter a frequência cardíaca e a pressão arterial em níveis adequados;
  • ajuda a regular a temperatura corpórea;
  • mantém a pele e os pelos hidratados.

Por que o gato não gosta de beber água?

Na natureza, os gatos se hidratam pelos alimentos que caçam, absorvendo a água presente neles. Eles não têm o hábito de buscar água e beber diretamente na fonte. Como os gatos não têm um sistema neurológico que induz e dá sensação de sede, como acontece com os seres humanos e com os cachorros, eles acabam não bebendo água.

Como os gatos domesticados se alimentam de ração industrializada seca e não caçam, a falta de hidratação se torna um problema. Com todos esses fatores associados ao gato doente, que pode estar enjoado e com mal-estar, a desidratação pode ser ainda maior.

Gato com a boca aberta olhando para a foto.

Acho que meu gato está desidratado, e agora?

Ainda que não seja comum observar um gato bebendo água em abundância, deixar de se hidratar totalmente deve ser encarado como uma situação de urgência. Como vimos, a água exerce diversas funções vitais para o funcionamento do organismo, por isso, não deixe de levar o pet ao médico-veterinário.

Em algumas situações, o quadro clínico de desidratação é intenso. Assim, só oferecer água pode não ser suficiente, e o pet precisa receber soro injetável e medicações que cessem um possível enjoo, dor ou mal-estar.

Como estimular o gato doente a beber água?

Dependendo da causa e início do tratamento, o bichano pode começar a sentir vontade de beber água novamente. Assim, podemos dar uma ajudinha estimulando esse hábito. A princípio, a maneira como dar água para gato doente pode ser similar à de um gato saudável. Caso seja necessário, vamos usar uma seringa.

Para todos os bichanos, doentes ou não, uma fonte de água corrente própria para gatos é uma maneira interessante de estimular o interesse do gato em beber água, pois a água em movimento é mais atrativa para esses animais.

Também é possível tentar que o gato beba água parada no pote, mas escolha recipientes de boca larga, pois eles não gostam de molhar e encostar os bigodes. A água deve ser fresca e limpa. Leve ao bichano e observe se ele vai beber voluntariamente.

Uma das principais formas de estimular é aumentar o número de potes, espalhando-os pela casa, principalmente nos locais que o animal mais fica e de passagem. Já que os gatos tomam água por oportunidade.

Siga as orientações do médico-veterinário em relação à manutenção e ao estímulo de beber água sozinho. Porém, caso isso não aconteça, é necessário encontrar outra maneira de como fazer o gato beber água.

Posso dar água na seringa para o gato doente?

Nas situações em que o pet não quer beber água, muitos tutores se perguntam: “posso dar água na seringa pro gato?”. Com cuidado e seguindo as orientações do profissional, isso pode ser feito.

Para que esse momento não seja estressante, é necessário manter a calma e deixar o gato relaxado. Se ele estiver agitado no momento, prefira esperar e tentar depois.

  • separe uma seringa de 5 ml preenchida com água;
  • posicione o gato com a cabeça para cima;
  • introduza a seringa no canto da boca e empurre o êmbolo lentamente.

Qual é a quantidade de água que devo oferecer?

A quantidade de água oferecida diariamente para o gato varia de acordo com o peso e a idade de cada um e deve ser calculada pelo médico-veterinário. De uma maneira geral, você pode tentar oferecer água gradativamente, a cada três horas para manter a hidratação.

Quando nenhuma das alternativas funciona, pode-se tentar oferecer comida úmida para o pet, caso ele aceite. O sachê é a melhor forma para eles ingerirem água, já que simula como eles a ingerem naturalmente, com a presa. Muitos gatos aceitam ainda que você adicione água ao sache, como se fosse uma sopa, ingerindo ainda mais água.

Gato deitado.

Existem algumas maneiras de como dar água para gato doente que alguns pets irão aceitar, outros não. Se o peludo deixou de beber água e está debilitado, nada substitui os cuidados do médico-veterinário. Conte com nossa equipe para cuidar do seu amigo de quatro patas.

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sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Dermatite por lambedura em gatos: descubra por que isso acontece

É normal vermos os felinos se lambendo quase o dia todo, pois são animais muito limpos e fazem sua própria higiene, “tomando banho” com a própria saliva. Porém, se esse hábito for compulsivo, pode gerar a dermatite por lambedura em gatos.

Gato em local com grama

A lambedura excessiva causa feridas de difícil cicatrização e queda de pelos na região afetada. Para entender melhor como essa alteração afeta os bichanos, continue a leitura deste artigo.

O que é a dermatite por lambedura

A dermatite por lambedura também é chamada de dermatite psicogênica felina, pois é uma patologia dermatológica de origem psicológica e comportamental. A pele e o sistema nervoso dos animais são originários de um mesmo tecido embrionário durante a gestação, portanto, mantêm certa relação após o nascimento. Mas o termo geral ‘dermatite por lambedura”, abrange outras causas, como causas pruriginosas (alergias) e dor.

Situações frustrantes e de estresse para o bichano fazem com que o gato permaneça em um estado de ansiedade constante. Os comportamentos repetitivos, como o gato se lamber compulsivamente sem motivo aparente, funcionam como um mecanismo de alívio da tensão que o pet está sofrendo.

O comportamento repetitivo do peludo, até mesmo com certa obsessão, libera hormônios e substâncias no organismo que dão uma sensação de prazer e bem-estar. Essa sensação contribui e reforça o comportamento obsessivo-compulsivo em se lamber. Isso se torna um ciclo vicioso.

Sinais da dermatite por lambedura

A dermatite por lambedura pode ser identificada observando o comportamento do animal. Os gatinhos podem lamber uma região específica, fazendo feridas que sangram, devido à saliva e à aspereza da língua. Alguns gatos podem se morder e arrancar os pelos com os dentes, se automutilando.

Em alguns casos, a dermatite psicogênica em gatos se manifesta apenas com queda dos pelos, a chamada alopecia autoinduzida (que o próprio pet provocou). Uma região pode estar afetada com queda total, quando o bichano se lambe a ponto de retirar todos os pelos, mas não o suficiente para lesionar a pele.

Outra situação é quando o pelo aparenta ser ralo, falho ou mais curto (quebrado).

Muitos tutores podem ter dificuldade em identificar que a queda de pelos excessiva ocorre pelo aumento das lambeduras. Isso porque é natural observarmos o gato se lambendo, e perceber quando isso se tornou compulsivo é um pouco complicado.

Será que somente o estresse causa lambedura em gatos?

A dermatite por lambedura em gatos é considerada de baixa frequência. Antes de chegar à conclusão de que o bichano está angustiado e desenvolveu um comportamento compulsivo, devemos eliminar outras causas.

As doenças pruriginosas, ou seja, que geram coceira, são as principais causadoras de dermatite por lambedura em gatos. Neste caso, o animal se lambe para aliviar o incômodo presente, não por desvio comportamental. Dor em alguma área do corpo também pode fazer o animal se lamber mais.

As principais patologias descritas que podem levar a um quadro similar são as alergias, como a dermatite alérgica à picada de pulga e hipersensibilidade alimentar. A presença de sarnas, parasitas, fungos e bactérias também pode gerar um quadro semelhante à dermatite por lambedura psicogênica.

Gato em colo de veterinário

Fatores de estresse felino

Os gatos são animais que precisam se sentir seguros e amparados no ambiente em que vivem. Qualquer mudança, mesmo que pareça inofensiva, pode gerar estresse nesses peludos. Veja exemplos a seguir:

  • mudança da posição dos móveis da casa;
  • mudança de casa;
  • chegada de um novo membro à família;
  • ausência de um membro da família;
  • visitas em casa;
  • introdução de um novo animal ao ambiente familiar;
  • falecimento de um pet ou pessoa próxima;
  • ter outro animal dominante na mesma casa;
  • brigas;
  • presença de outras espécies no mesmo ambiente (mesmo que esteja longe, pode sentir o cheiro);
  • dor e outras doenças que geram desconforto;
  • sofrer punições físicas ou verbais;
  • não gostar da alimentação que recebe;
  • não gostar da caixa e areia utilizada;
  • não gostar dos potes de alimentação.

Como prevenir a dermatite por lambedura

A prevenção da dermatite por lambedura em gatos compreende entender o comportamento felino. Como vimos, eles são animais que são muito afetados por coisas com as quais outras espécies, como o cachorro, não se importam muito.

O primeiro passo é manter o bichano livre de pulgas e outros parasitas usando produtos e medicamentos prescritos pelo médico-veterinário, pois, além da coceira gerada, certamente vai aumentar o nível de estresse do animal.

Manter uma rotina previsível ajuda os gatos a criarem expectativas sobre o que irá acontecer, dessa forma, diminui a ansiedade. Disponibilizar várias caixas de areia e potes de alimentação e água e ter uma rota de fuga (com estantes e portas e janelas abertas) ajuda o gato, que aprende escapar de um dominante.

Oferecer brinquedos, arranhadores e gastar tempo brincando e acariciando o pet também são maneiras de relaxá-lo. Cada animal tem seus gostos e preferências, portanto, se o bichano não gosta de carinho, não devemos forçar, pois isso pode acabar estressando-o o gato ainda mais.

Existe tratamento?

Como vimos, diversos fatores geram estresse nos animais, e esses fatores precisam ser identificados e corrigidos. O médico-veterinário, principalmente o especializado em comportamento felino, é capaz de descobrir o que está causando a disfunção psicológica que gera a dermatite.

Se a correção no ambiente não for possível ou satisfatória, alguns animais necessitam de medicação para controle da lambedura excessiva e diminuição do estresse.

Gato com coleira

A dermatite por lambedura em gatos pode ser bastante desconfortável para o tutor e seu pet, mas é possível corrigi-la. Conte com a nossa equipe e outras dicas no nosso blog que te ajudem a propiciar um ambiente tranquilo e enriquecedor para o seu amigo de quatro patas.

 

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quinta-feira, 14 de dezembro de 2023

Gato com a pata inchada pode indicar algo sério?

Quando o tutor encontra o gato com a pata inchada, já tem a certeza de que há algo errado. A origem desse problema pode variar, por isso, confira este texto sobre as possíveis causas e como proceder diante dessa situação.

Gato em colo de veterinário

A pata está realmente inchada ou é impressão?

Pode parecer uma questão óbvia saber se a pata do gato está inchada, mas como os bichanos são peludinhos, a observação pode ser um pouco mais difícil. Caso o inchaço não seja tão evidente, tente comparar as duas patas do gato lado a lado, assim, notará se uma está maior do que a outra.

Além da impressão visual, o gato pode apresentar outros sinais que indicam que ele está com algum problema. A maioria dos tutores chega ao consultório com a seguinte queixa: meu gato está mancando e com a pata inchada! Realmente, quando a pata incha, independentemente do motivo, o bichano tende a mancar.

Além da manqueira, tente observar se o gatinho está lambendo a região afetada, se ela está mais avermelhada ou com falhas de pelo. O gato com a pata inchada não apresentará necessariamente todos esses sintomas, porém, nos quadros mais simples, eles são úteis para saber se há algum problema com o pet.

O que deixa o gato com a pata inchada?

Após notar um inchaço na pata do gato, é inevitável se perguntar por que ele está assim. Como as causas são muito variadas e distintas entre si, preparamos uma pequena lista com os motivos mais frequentes desse sintoma. Confira!

Luxação

As articulações dos ossos são regiões onde há o encontro de um ou mais ossos do corpo do bichano. Elas são responsáveis por permitir o movimento do corpo, sendo unidas por músculos, ligamentos e tendões.

Quando um osso sai da sua linha de eixo, ou seja, não está em contato com outro osso de maneira congruente, ocorre uma luxação em gatos, com ruptura de ligamentos e tendões, em alguns casos.

A luxação geralmente ocorre após traumas e pancadas fortes, como quedas ou atropelamento, gerando muita dor, inflamação e deixando o gato com a pata inchada. O tratamento para essa situação normalmente é cirúrgico.

Fratura

A fratura é a quebra do osso e, assim como a luxação, geralmente ocorre após traumas, como quedas e atropelamentos. A fratura não precisa ser exposta ou completa para deixar o gato com a pata inchada. Uma microfratura, conhecida em algumas regiões como “trincar o osso”, também pode gerar inchaço.

Gato com coleira

Artrite

A artrite é a inflamação de uma ou mais articulações, causando dor, dificuldade em andar e inchaço. As causas são oriundas de infecções, desgaste natural das articulações ou autoimunes.

Tumores

Tumores podem ser malignos ou benignos e acometer qualquer região do corpo, inclusive os membros. Nessa região, podem ser tumores originários do osso ou do tecido subcutâneo. Ambos deixam a pata do gato inchada.

Feridas

As mais diferentes feridas — causadas por brigas, brincadeiras, espinhos, cacos de vidro ou outros fatores — podem provocar uma reação inflamatória, bacteriana e inchaço local.

Berne

A mosca doméstica, ao posar sob o bichano, pode depositar seus ovos sobre ele. A larva da mosca se instala na musculatura do gato e ali começa a crescer, causando inchaço, vermelhidão e muita dor no local atingido.

Como cuidar do gato com a pata inchada?

Os cuidados com o gato com a pata inchada variam de acordo com a origem do problema. Caso suspeite de luxação ou fratura, não mexa nas suas patinhas, mas leve o gato envolto em um pano ou lençol de maneira que fique mais confortável e imóvel possível.

Nessas situações, não se deve movimentar o membro inchado, pois isso pode agravar a luxação e/ou fratura. Além disso, lembre-se: sempre após traumatismos pode haver outras alterações ainda mais graves, como hemorragias internas e lesões na coluna ou cérebro, portanto, leve o bichano imediatamente ao médico-veterinário.

Nos outros casos, se o bichano está muito incomodado e lambendo a área inchada, é necessário utilizar o colar elizabetano para que não aumente a ferida e a dor do gatinho. Ainda que não seja uma situação de emergência, é indispensável a consulta com um profissional.

Como descobrir e tratar o que causou o inchaço?

O diagnóstico do problema de inchaço nas patas do gato é feito pelo médico-veterinário por meio de exame físico, olhando a lesão e apalpando a região afetada. Junto ao relato do tutor, informando se o pet está mancando, por exemplo, já se tem um diagnóstico.

Em algumas situações, o profissional faz um curativo e prescreve medicações anti-inflamatórias, antibióticas e analgésicas. Em outras, mesmo com as medicações, ainda será necessário realizar radiografias, cirurgias ou até mesmo quimioterapia, no caso de tumores malignos.

Gato deitado.

Como vimos, o gato com pata inchada pode estar com uma simples ferida ou até com uma doença grave. Todas aparentemente apresentam o mesmo sintoma, por isso, o bichano precisa de um profissional qualificado para cuidar dele. Não deixe o problema se estender e procure um de nossos médicos-veterinários para cuidar do seu pet.

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quarta-feira, 13 de dezembro de 2023

Gato com diarreia constante: conheça as causas

Os gatos são animais muito higiênicos e geralmente fazem as necessidades fisiológicas na caixa de areia. Trocar a areia dos gatos é uma tarefa diária para quem é mãe e pai desses bichanos, além de um excelente momento para notar que tudo está indo bem ou acabar observando o gato com diarreia constante. 

Gato olhando para cima.

A diarreia em gatos é um sintoma compartilhado por muitas doenças e certamente um dos mais desagradáveis para os tutores. Afinal, os gatos são tão limpinhos, e as fezes amolecidas podem grudar nos pelos e deixá-los com odor forte.

O bichano pode apresentar um único episódio de diarreia e depois tudo voltar ao normal. Algumas vezes, apresenta diarreia por alguns dias e outros não, e ainda há o quadro clínico do gato com diarreia constante. Seja qual for a frequência, todas as situações precisam de atenção. Continue o texto para melhor compreensão.

Como saber se o gato está com diarreia?

Para saber se o gato está com diarreia é muito simples. Caso ele tenha a caixa de areia em casa, ou faça suas necessidades no quintal, basta observar o aspecto das fezes. Porém, há aqueles bichanos que passeiam na rua, e o tutor não pode ver suas fezes. Nesse caso, temos algumas dicas importantes.

O gato com diarreia constante pode apresentar as pregas e a pele ao redor do ânus avermelhadas. O animal que tem diarreia pode manter mais frequência ao evacuar, o que deixa essa região irritada e com coceira. Por isso, é provável que o gatinho lamba a região do bumbum mais vezes.

Como os gatos se preocupam com sua higienize e afeição, um peludinho que esteja se sentindo mal pode deixar de se lamber como de costume, aparentando estar mais desleixado, sujo e malcheiroso.

Quais são as principais causas da diarreia?

Gato com diarreia constante é um problema comum a muitas doenças, principalmente aquelas que acometem diretamente o trato gastrointestinal. Embora tenhamos listado as principais, somente um médico-veterinário poderá fazer o diagnóstico e instituir o tratamento adequado.

Parasitas intestinais

Em alimentos, água e principalmente nas fezes de outros animais há presença de ovos, larvas e parasitas adultos do intestino. Quando o gato tem contato, seja cheirando, seja comendo o alimento, e ingere o parasita, ele se fixa no intestino (ou outros órgãos), causando a parasitose.

A parasitose intestinal é a causa mais frequente de gato filhote com diarreia constante. Geralmente tem fácil tratamento, porém, dependendo da imunidade do bichano e da intensidade da verminose, pode gerar quadros mais graves.

Infecções bacterianas e viroses

Praticamente todas as infecções bacterianas e virais podem desencadear diarreia em gatos. Esses microrganismos comprometem a saúde geral do pet e, muitas vezes, atingem o intestino.

Doença inflamatória intestinal

Existe uma condição desencadeada por alimentos que inclusive pode deixar o gato com diarreia com sangue. Uma sensibilidade a certos componentes da ração ou grupos de alimentos causa lesão na parede do intestino e, algumas vezes, no estômago.

Troca de ração e alimentação inadequada

Uma atitude que parece inocente pode causar diarreia nos gatos. Sempre que precisar trocar a ração por qualquer motivo, faça isso de forma gradual, misturando a dieta antiga com a nova.

Outro motivo que deixa o gato com diarreia constante é a alimentação inadequada. Pets que ganham muitos petiscos, especialmente aqueles derivados de leite, ou animais que vão à rua e não se sabe o que comeram, têm mais chances de apresentar fezes amolecidas.

Gato deitado.

Estresse

Os felinos são muito sensíveis ao ambiente em que vivem, e um gato com diarreia constante pode estar sofrendo por ansiedade e estresse diariamente. Seja pela presença de um outro animal, pessoa ou mudança na rotina do peludo, o hormônio do estresse liberado pode deixar as fezes amolecidas.

Outras doenças

Como toda e qualquer alteração no organismo dos pets pode mexer com o intestino, o mesmo acontece se houver presença de tumores (benignos ou malignos) no intestino ou outra região do organismo, assim como doenças hormonais, como hipertiroidismo, pancreatite e doenças que afetam rins e fígado.

Como tratar a diarreia em gatos?

Um gato com diarreia constante merece toda atenção, pois indica que realmente algo não vai bem. A intensidade da diarreia e os sintomas que a acompanham irão determinar um tratamento imediato, que muitas vezes precisa ser urgente, como quando o gato apresenta desidratação.

O importante é nunca dar remédio para diarreia em gatos por conta própria, pois como vimos, diversas causas levam a esse quadro. Mesmo com boas intenções, essa atitude pode acabar comprometendo ainda mais a saúde do bichano.

Por vias gerais, o médico-veterinário avaliará se o peludo está desidratado, se necessita de fluidoterapia (soro na veia), quais são as medicações necessárias, além de solicitar os exames para correto diagnóstico.

Como saber a causa da diarreia?

Somente o médico-veterinário é capaz de diagnosticar por que o gato está com diarreia. O tutor pode coletar informações como frequência, aspecto das fezes e início do problema, que auxiliam nas suspeitas clínicas. Se necessário, será solicitado exame de fezes, sangue ultrassonografia.

Gato deitado.

O gato com diarreia constante é mais comum do que se imagina. Não deixe de consultar seu bichano com o médico-veterinário assim que notar as primeiras alterações. Para mais dicas de cuidado com o seu pet, acesse nosso blog da Seres.

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Gato com fezes moles e fedidas: o que pode ser?

Os pets são verdadeiros companheiros, e mesmo aqueles gatinhos que não gostam tanto de carinho estão sempre por perto. Por esse e tantos outros motivos, nos apegamos e amamos muito esses peludos. Porém, quando ficam debilitados, como um gato com fezes moles e fedidas, geram preocupação.

Gato deitado.

Se notar o gato fazendo cocô mole, a princípio, não se desespere, pois problemas simples, como petiscos ou algum outro alimento que o bichano comeu, podem alterar o intestino. No entanto, se o problema persistir, procure ajuda, pois algumas doenças mais sérias também deixam o felino com as fezes amolecidas e mau cheirosas.

Como sabemos que os tutores querem ter muitas informações a respeito da saúde de seus filhos de quatro patas, até como uma maneira de evitar que fiquem doentes, separamos este texto com as principais causas e como proceder diante de um gato com fezes moles e fedidas. Confira!

Como saber que o gato está com as fezes moles?

O pet com cocô amolecido e, principalmente, o gato com diarreia é facilmente identificado. Se ele utiliza a caixa de areia ou algum local da casa para defecar, basta observar suas fezes.

Caso o pet tenha acesso à rua e seja difícil saber onde ele faz suas necessidades, procure vestígios, como cocôs grudados no pelo, cheiro desagradável e se o ânus está irritado. Essas dicas podem auxiliar na investigação da suspeita de um gato com fezes moles.

Dependendo da causa das fezes moles e fedidas, o gatinho também pode apresentar gases e eliminar alguns puns. Então, fique atento se ouvir algum barulho vindo do abdômen do pet.

Quais são as causas das fezes moles?

Se a circunstância do gato com fezes moles e fedidas é frequente, algo não vai bem. Note que nem sempre o bichano precisa fazer cocô pastoso ou até mesmo ter diarreia todos os dias. Porém, se eventualmente isso acontece, também é importante procurar uma causa e um tratamento junto ao médico-veterinário.

Verminose

Certamente, a verminose é a mais comum e simples das doenças que afetam a qualidade das fezes do pet. Os vermes que parasitam o intestino alteram a consistência do cocô dos gatos. Ainda que o tratamento seja simples na maioria das vezes, o parasitismo intenso pode deixar o bichano muito doente.

Alimentação

Excesso de petiscos, má qualidade da ração, alimentação caseira e não apropriada para a espécie podem deixar o gato com fezes muito fedidas ou até mesmo pastosa, dependendo de mudança abrupta na ração.

Estresse

Os gatos são afetados pelas mais singelas mudanças. Por mais que pareça estranho, se houver mudança de um móvel da casa ou visita de uma pessoa que o pet não gostou muito, isso pode deixá-lo ansioso e com sintomas de estresse. Esses sinais podem aparecer em uma inflamação urinária, vômitos e fezes amolecidas.

Gato deitado.

Infecção gastrointestinal

Algumas bactérias podem causar infecções intestinais que dão vômito e diarreia ou sintomas mais brandos, que deixam o gato com fezes moles e amareladas. Nesses casos, é importante ficar atento a outros sinais de desidratação, apatia e procurar imediatamente um médico-veterinário.

Doenças virais

Uma importante classe de doenças virais também altera o intestino do bichano. Vírus mais brandos ou que causam doenças graves, como FIV (vírus da imunodeficiência felina) e Felv (vírus da leucemia felina) apresentam sintomas muito semelhantes e não possíveis de diferenciar sem análises específicas.

É possível evitar que o pet venha a apresentar fezes amolecidas?

O gato com fezes moles e fedidas pode ser algo bem simples de evitar. Caso venha a acontecer, pode nem mesmo necessitar de um tratamento em si, mas somente de uma troca da dieta para uma de maior qualidade.

As rações de menor qualidade possuem mais gordura em sua composição do que as rações Premium e Super Premium, e isso deixa as fezes com a consistência mais pastosa. Se for esse o problema, ele é facilmente solucionado trocando a ração de maneira gradual.

Manter a vermifugação e a carteirinha de vacinação em dia é essencial para que a saúde do bichano esteja controlada. Boa parte das doenças virais que deixam o gato com o cocô mole podem ser evitadas com as vacinas disponíveis para os felinos.

Manter o gatinho em constante observação e oferecer brinquedos, arranhadores, um local para ficar sozinho e se sentir protegido são medidas que ajudam a evitar o estresse em gatos.

O que fazer se o gato tiver fezes pastosas?

Todo e qualquer problema de saúde e comportamental que o pet venha a apresentar deve ser avaliado por um médico-veterinário, que fará o diagnóstico e o tratamento adequado para o problema em questão.

Em casa, sempre mantenha a caixa de areia limpa. Se o pet estiver evacuando com muita frequência, precisará ser higienizado mais vezes. Ofereça água limpa e fresca em abundância (para evitar desidratação), comida de qualidade e procure um especialista.

Gato deitado ao lado da janela.

Gato com fezes moles e fedidas pode indicar um problema bem simples de resolver, mas, se não tratado adequadamente, evolui para quadros mais graves. Acesse nosso blog e confira mais dicas sobre o bem-estar dos pets.

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Será que gato com insuficiência renal sente dor? Descubra!

Quem tem um animal com doença crônica fica preocupado quanto à sua qualidade de vida. É assim no caso de pais e mães de pets com doença nos rins, pois temem que o gato com insuficiência renal sente dor.

Gato em local com grama

O problema de rim em gatos é assunto popular entre os tutores de felinos, pois essa espécie tem predisposição a desenvolver doenças urinárias. Entre os mais velhinhos, é comum a doença renal crônica. Não deixe de ler o texto abaixo para tirar todas as suas dúvidas a respeito da qualidade de vida dos bichanos.

O que é a insuficiência renal?

A insuficiência renal em gatos pode acometer qualquer animal, de qualquer idade ou sexo. Porém, a insuficiência renal crônica é mais comum nos animais idosos, geralmente a partir dos nove anos.

A doença renal é caracterizada pelo mau funcionamento dos rins, que são responsáveis por filtrar o sangue e eliminar os resíduos que não serão aproveitados pelo organismo por meio da urina. Se o rim não filtra bem, esses resíduos se acumulam na corrente sanguínea, trazendo prejuízos.

No caso de doença renal crônica, esse processo vai acontecendo lentamente ao longo dos anos. No entanto, há quadros de insuficiência renal aguda em gatos, em que um acontecimento como intoxicação, envenenamento ou alguma outra doença altera o funcionamento dos rins.

A principal diferença entre a doença crônica e a aguda é que na aguda, corrigindo a causa que levou ao mau funcionamento do rim, ele pode voltar a trabalhar normalmente. Na crônica, porém, não há cura, e sim certo controle da patologia.

Gato deitado.

Sintomas de insuficiência renal em gatos

É de extrema importância conhecer os sintomas de insuficiência renal em gatos porque a doença renal, especialmente a crônica, se inicia silenciosamente, com sintomas que podem passar despercebidos.

Os primeiros sintomas são aumento da ingestão hídrica e quantidade de urina. No gato, demora bastante antes de ele apresentar apatia e letargia.

Nos casos um pouco mais avançados, é possível sentir o hálito do pet com um cheiro característico, chamado de urêmico. O gato com insuficiência renal sente dor se houver úlceras no estômago e feridas na boca.

Consequências da insuficiência renal

A doença renal é uma enfermidade grave, que aumenta a pressão arterial, podendo levar o animal à cegueira do dia para noite. Infelizmente, a insuficiência renal crônica é um processo de envelhecimento progressivo e irreversível que causa anemia, enjoos, feridas e mal-estar.

O gato com insuficiência renal sente dor e desconforto devido às consequências da doença, mas o tratamento oferece conforto ao pet e tem intuito de garantir seu bem-estar de forma eficiente. Entretanto, em algum momento, os rins irão parar de funcionar, e o pet virá a falecer.

Muitos gatos possuem doença renal em estágio inicial e ela nunca vai evoluir. Não apresentaram manifestações clínicas associadas à doença, no máximo aumento da ingestão de água e volume da urina.

O gato pode apresentar hipertensão arterial, mas não necessariamente ira. Em estágios iniciais, não sente dor e desconforto. A função do veterinário aqui é avaliar se há fatores de progressão da doença, já que não existe medicação específica para retardar a doença, podemos controlar os fatores de progressão. Tais quais o fósforo alto, hipertensão arterial, acidose do sangue, aumento do cálcio, proteína na urina de origem renal.

Como é o tratamento da insuficiência renal

Como dito, o tratamento é para dar conforto e sobrevida ao pet. Dependendo da evolução e do comprometimento dos rins, o gato pode viver meses ou até mesmo anos com problemas nos rins. Ter doença renal não significa que ele morrerá de doença renal.

Em um primeiro momento, talvez seja necessário internar o pet para que ele receba hidratação por soro nas veias e medicações de acordo com os sintomas apresentados. Isso só acontecerá se for diagnosticado tardiamente e em agudização do quadro. A importância do check-up anual é detectar o quadro desde cedo, quando o animal não tem sintomas, para podermos controlar fatores de progressão.

Se o gato com insuficiência renal sente dor, poderá tomar analgésicos; se está vomitando, remédios para enjoo e assim por diante.

Após a correção dos sintomas apresentados e quando o bichano voltar a se alimentar, pode ser que ele precise comer uma ração para gato com problema renal. É uma ração terapêutica, com uma formulação diferenciada para não sobrecarregar o rim.

Porém, não é todo gato com doença renal que tem indicação de comer a ração. É um erro muito grande entre veterinários e entrar com a ração em estágios iniciais pode ser maléfico

É possível evitar que o gato tenha problemas renais?

Como os gatos têm muita tendência a desenvolver doenças renais e urinárias, é importante estimular o bichano a beber bastante água e disponibilizar várias caixas de areia para urinar. Porém, mesmo tomando esses cuidados, o pet pode ter doença renal.

Por isso, ficar atento aos primeiros sinais de alteração no comportamento dos gatos e fazer acompanhamento com o médico-veterinário é o mais importante. Se a doença for descoberta logo no início, não haverá tratamento específico, apenas acompanhamento.

Como o gato com doença renal sente dor nos casos mais avançados, se a doença for descoberta logo no início, é possível poupar o bichano desse sofrimento e dar a chance de ele viver por mais tempo e de maneira feliz, com qualidade de vida.

Raças predispostas a terem doença renal

A doença renal crônica pode ser herdada geneticamente dos pais. Nesses casos, o pet tem mais chances de ter a doença, mesmo que tomando algumas precauções. Sendo assim, se um uma família de pet tem animais com doença renal, é melhor que não procriem. Algumas raças são mais predispostas, como:

  • Persa;
  • Siamês;
  • Abissínio;
  • Maine Coon;
  • Ragdoll;
  • Birmanês;
  • Azul Russo.

Gato deitado.

Agora que você já sabe que o gato com insuficiência renal sente dor, procure sempre conversar com o médico-veterinário para garantir o conforto e bem-estar do seu bichano. Para conferir outras informações sobre as doenças que acometem os rins dos gatos acesse o blog da Seres.

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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Descubra como anda a saúde do gato com olho remelento e inchado

Todo mundo que tem um pet de estimação sabe que assim como nós, ele também acorda com um pouco de remela após uma longa noite de sono. Porém, quando vemos o gato com olho remelento e inchado além do costume, ficamos mais preocupados.

Gato deitado.

É verdade que um pouco de secreção no olho é normal, pois é apenas a lubrificação dos olhos junto às sujeirinhas que secaram. No entanto, quando a remela é excessiva, pode indicar um problema oftalmológico ou até mesmo de saúde geral do pet. Continue a leitura para entender.

Afinal, como saber se a remela está normal?

A remela de gato considerada normal é aquela que encontramos após os pets acordarem, cuja limpeza faz com que não ressurja em pouco tempo. No entanto, quando a remela junta novamente alguns minutos ou algumas horas depois, é provável que haja alguma alteração.

Tanto a quantidade quanto a coloração da remela são parâmetros para dizer se há algum problema. A remela saudável costuma ser transparente ou levemente amarelada, já a amarronzada ou esverdeada pode indicar um problema na saúde dos olhos do bichano.

A textura da secreção dos olhos também merece atenção. A remela com aspecto grosso pode indicar uma infecção, como a conjuntivite felina. A observação do tutor em relação a essas características é essencial para detectar uma doença logo no início e, assim, procurar tratamento.

O que causa a remela em gatos?

Algumas patologias deixam o gato com olho remelento e inchado. Como o olho é um órgão muito sensível, merece uma atenção especial. Ainda, quando ambos os olhos estão comprometidos, podem dar um pouco mais de preocupação. Confira a lista que preparamos com as principais doenças que afetam essa região do corpo dos pets.

Alergias

Poluição, tempo seco, poeira e substâncias voláteis podem causar irritação e deixar o gato com olho remelento. Algumas alergias que acometem a pele e, portanto, as pálpebras, também irritam os olhos. Normalmente, o bichano apresenta os olhos avermelhados, lacrimejando e com excesso de secreção.

Conjuntivite

A conjuntivite em gatos é causada por bactérias, vírus ou alguma substância que caia no olho, como o shampoo, que irrita a região do olho chamada de conjuntiva (a parte branca). A conjuntivite é bastante frequente e uma das principais causas de um gato com olho remelento e inchado.

Complexo respiratório felino

Essa doença, também conhecida como gripe felina, é na verdade um grupo de vírus  e bactérias capazes de causar sintomas muito semelhantes, que atingem os olhos e o trato respiratório dos gatos.

Como muitas vezes não é feito o exame para detectar o tipo de vírus envolvido ou o bichano pode estar contaminado por mais de um vírus ao mesmo tempo, dá-se o nome de “complexo respiratório felino”. Gatos filhotes são os mais predispostos a desenvolver os sintomas devido à sua baixa imunidade.

É muito comum que uma ninhada jovem tenha vários ou todos os gatinhos com os olhos com secreção esverdeada, grossa e em grande quantidade. Em casos mais severos, a doença pode evoluir, apresentando secreção nasal, espirros, tosse, atingir os pulmões e causar pneumonia.

Gato deitado no colo do tutor.

Úlcera de córnea

Em todos os quadros clínicos, a dor ou coceira podem fazer com que o pet esfregue o olho na parede ou com as patas, se fira e cause uma úlcera de córnea (camada externa do olho). Algumas substâncias irritantes também podem ocasionar isso.

A úlcera deve ser tratada imediatamente para que não atinja as camadas mais internas do olho, aumentando ainda mais a sensação de dor e podendo comprometer a visão.

Existem outros sintomas além da remela?

Além do gato com olho remelento e inchado, outros sinais podem estar presentes e indicar que o felino sente dor ou um grande incômodo nos olhos, como apresentar os olhos vermelhos, piscar excessivamente e patear a região dos olhos.

Com todos esses sintomas, o pet pode começar a ficar mais apático, não querer comer e beber água, o que mostra que além do problema nos olhos, esse tipo de doença pode comprometer toda a saúde do peludo.

Como limpar o olho do gato com remela?

Umedecer uma gaze ou algodão em soro fisiológico ou água filtrada e fazer movimentos muito leves é a forma mais indicada de como limpar remela de gato. A limpeza deve ser feita sempre que necessário nos gatos saudáveis, lembrando de não utilizar a mesma gaze nos dois olhos.

Animais que estejam apresentando alguma alteração, com excesso de secreção e inchaço nos olhos, também podem receber essa limpeza. Porém, isso deve ser feito com ainda mais cuidado para não machucar.

Em nenhuma hipótese é permitido aplicar colírios nos olhos do bichano sem a indicação de um profissional, pois a composição de cada um pode interferir no tratamento e até mesmo piorar o quadro clínico até causar cegueira.

Gato deitado no chão.

O gato com olho remelento e inchado merece atenção. Além do desconforto e possível dor, algumas doenças podem causar cegueira. Fique sempre atento aos primeiros sinais e sempre procure ajuda de um especialista. Conte com nossa equipe para orientá-lo.

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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Gato com tosse tipo engasgo: entenda o que pode estar acontecendo

Os felinos costumam ser resistentes e não demonstrar quando estão doentes ou com algo incomodando. Por isso mesmo, ver o gato com tosse tipo engasgo é sinal de que algo não vai bem.

Gato deitado ao lado da janela.

O gato pode apresentar uma tosse esporádica, como um episódio rápido e que não se repete. Nesse caso, provavelmente ocorreu alguma irritação momentânea e que não gera muita preocupação. No entanto, um gato com tosse persistente deve ser investigado. Continue a leitura para saber mais.

Como é a tosse dos gatos?

Na maioria das vezes em que vemos um gato tossindo, a sensação é de que ele está engasgado. Isso até pode acontecer, mas é mais provável que a causa da tosse seja outra.

Isso porque quando o bichano tosse, ele alonga e estica o pescoço, expande o tórax e abre a boca como se estivesse tentando colocar algo para fora. Então, observamos o gato com tosse tipo engasgo ou aparentando querer vomitar.

Como o gato pode se engasgar?

Quando vemos o gato com tosse tipo engasgo, pode ser sinal de quadros de bronquite crônica ou asmática e, eventualmente, traqueíte. Ainda que os felinos sejam precavidos e seletivos quanto à sua alimentação e ao que engolem, alguns acidentes também podem acontecer.

As principais intercorrências encontradas em um gato engasgado são referentes a brinquedos, linhas, novelos e bola de pelo. Mesmo que a maior parte dos gatos que têm tosse não estejam com engasgo, é importante reconhecer os sinais para socorrer o bichano.

Bolas de pelos

O problema gerado pelas bolas de pelos são tão importantes e frequentes que merecem uma atenção especial. Como os bichanos gostam de se lamber, acabam engolindo pelos que se alojam no estômago.

Quando o gato, por algum motivo, não consegue expulsar a bola de pelo significa que ou ele está ingerindo mais pelo que o normal ou o intestino não está se movimentando como deveria. Ambos decorrem de doenças. O pelo naturalmente deve sair pelas fezes.

Como reconhecer um gato engasgado?

Os sinais que o pet demonstra quando se engasga podem variar de acordo com a gravidade do problema, mas, de uma maneira geral, vemos o gato com tosse tipo engasgo, com movimentos como se fosse vomitar para expulsar algo que supostamente está preso na garganta.

Quando o felino começa a colocar as patinhas dentro da boca, é bem provável que seja um quadro de gato com algo na garganta. O animal tenta de alguma forma retirar aquilo que está incomodando. Tristeza, deixar de comer e ter sede intensa também são sinais associados ao engasgo.

O engasgo causado por algo preso na garganta pode gerar um incômodo leve ou até mesmo obstruir a passagem de ar. Nos casos mais graves, portanto, o pet apresenta dificuldade respiratória, podendo ficar com a língua roxa. Essa é uma situação de emergência.

Gato deitado.

Como desengasgar o gato?

Levar ao veterinário é uma forma como desengasgar gato rápida e eficaz. Se tentam retirar de forma caseira, pode fazer um estrago muito maior e dificultar a situação.

E se não for engasgo?

Como vimos, gato com tosse tipo engasgo pode ser devido a outras causas, como alergias, resfriado, bronquite, asma felina e pneumonia. Por isso, o diagnóstico feito pelo médico-veterinário é fundamental para que não se confunda a tosse oriunda de doenças com engasgo.

Normalmente, quando o bichano tem uma doença alérgica, viral ou bacteriana, pode apresentar outros sintomas além da tosse, como secreção nasal, secreção ocular, espirros, febre, apatia, diminuição do apetite e ingestão de água.

Como evitar tosse e engasgo nos gatos?

Para evitar que o gato tenha tosse devido a doenças, é importante evitar que o pet tenha pulgas e vaciná-lo seguindo o protocolo de vacinação em filhotes e adultos. As patologias mais graves e frequentes nos bichanos podem ser prevenidas dessa maneira.

Quanto à prevenção relacionada ao engasgo, é importante oferecer brinquedos seguros e de qualidade, que não soltem pedaços e sejam destinados ao uso de gatos. Evite dar brinquedos que tenham tecidos e linhas.

Manter uma rotina de escovação dos pelos é uma maneira de retirar o excesso de pelos mortos que seriam engolidos pelo pet ao se lamber, diminuindo a formação de bolas de pelo. Há também ração para gatos que contém nutracêuticos que diminuem o acúmulo de pelo no estômago.

Gato deitado.

O gato com tosse tipo engasgo pode ser algo crônico ou emergencial. Nunca deixe de procurar ajuda do médico-veterinário, qualquer que seja a situação, pois a vida do bichano pode estar em risco. Procure uma unidade perto de você e conte conosco para orientá-lo.

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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Viu o gato engasgado? Entenda o que isso pode ser

Algumas situações necessitam de uma rápida intervenção, como no caso do gato engasgado. Pode ser assustador notar que o bichano está com dificuldade de engolir ou, aparentemente, até de respirar, não é mesmo?

Gato deitado.

Pensando nisso, é importante o tutor estar preparado para um momento de emergência e prestar os primeiros-socorros até receber assistência do médico-veterinário, se houver necessidade. Confira neste texto as principais causas de engasgo e como desengasgar gato.

O que leva o gato a se engasgar

As pessoas geralmente se engasgam ao ingerir comida ou algum líquido. Isso também pode acontecer com o bichano, mas é uma situação mais rara. Os gatos são animais muito cuidadosos quando se alimentam, pois não comem qualquer coisa (como fazem os cães, por exemplo). Além disso, os felinos comem em pequenas porções.

Normalmente, o gatinho se engasga ao brincar com objetos inadequados ou outras peças aparentemente inofensivas, como bolinhas pequenas, itens que soltam pedaços, linhas de pesca e costura, barbante, novelos, etc.

Qualquer outro objeto que possa ficar preso na garganta é capaz de engasgar o bichano. Inclusive, para alguns tutores pode ser uma surpresa, mas é bastante frequente notar o gato engasgado com bola de pelo, como veremos a seguir.

Engasgo com bola de pelo: um problema comum

Como todos sabem, os gatos gostam muito de se lamber para fazer a própria higiene. Esse comportamento é natural, saudável e esperado. Durante o banho do gato, ele acaba engolindo muitos pelos, que precisam ser eliminados de alguma maneira.

Alguns desses pelos são degenerados ou saem nas fezes. O trajeto normal das bolas de pelo é prosseguirem pelo trato gastrointestinal e serem eliminadas nas fezes. A eliminação de bolas de pêlo no vômito pode indicar que algo está errado.

Isso pode acontecer por uma característica individual do pet em não conseguir eliminar ou porque ele está com queda excessiva dos fios. O último fator favorece o excesso de formação de bola de pelo no gato, então, ele pode ter mais dificuldade em vomitá-la.

Gato deitado na cama.

Sinais de que o gato está engasgado

O sintoma de gato engasgado é facilmente notado, e todo tutor precisa reconhecê-lo para buscar ajuda o quanto antes e fazer as primeiras intervenções. Confira quais são os principais indícios:

  • tentar vomitar repetidas vezes (mas não sair nada);
  • tossir;
  • ter falta de ar;
  • ficar com língua e gengiva arroxeadas (cianose);
  • salivar em excesso;
  • tentar beber muita água em um curto intervalo de tempo;
  • colocar a pata dentro da boca, como se tentasse tirar alguma coisa;
  • passar a pata no focinho;
  • esfregar a cabeça no chão ou na parede;
  • demonstrar apatia.

O gato engasgado não precisa apresentar todos os sintomas de uma só vez. Se notar qualquer comportamento alterado e, principalmente, falta de ar, é importante verificar imediatamente o que está acontecendo com o pet.

Como desengasgar o gato

Estar diante de um gato engasgado pode ser desesperador, mas é importante manter a calma para conseguir ajudar o bichano. Abrir a boca e verificar se há algum objeto na garganta obstruindo a passagem de ar pode ser a solução imediata para o problema.

Retirar o objeto com as mãos

Se for um objeto possível de ser retirado com as mãos, isso deve ser feito imediatamente. Não se recomenda puxar os objetos lineares, como os barbantes, pois eles podem ferir ainda mais o animal. Portanto, se ele estiver conseguindo respirar, leve-o ao médico-veterinário para remover o objeto.

Manobra de Heimlich

A manobra de Heimlich é muito usada em seres humanos e reproduzida em filmes e novelas quando alguém se engasga. Com o gato engasgado também é possível realizá-la da mesma maneira. Confira o passo a passo:

  1. Coloque o animal no colo, com as costas apoiadas contra a sua barriga;
  2. Mantenha a cabeça do bichano reta e as patas soltas (se possível, peça ajuda de alguém para segurar a cabeça);
  3. Passe as mãos abaixo dos braços do gato, como se o estivesse abraçando, e posicione as mãos no centro do peito (abaixo do osso esterno, no espaço “vazio” da barriga);
  4. Faça pressão na barriga, com movimentos rápidos, mas não com muita força. Repita algumas vezes;
  5. Procure um médico-veterinário

É possível evitar engasgos?

Para evitar que o bichano se engasgue, não permita que ele tenha acesso a objetos e brinquedos com linhas, ofereça alimentação destinada à espécie e guarde os objetos da casa aos quais ele possa ter acesso. Escovar os pelos auxilia na remoção dos fios mortos e, consequentemente, evita a formação de bolas de pelo.

Gato sentando no chão.

Um gato engasgado é uma situação mais frequente do que se pode imaginar. Agora você já sabe como ajudar o seu bichano nesse momento, mas nunca deixe de procurar ajuda profissional. Para mais orientações sobre primeiros-socorros, acesse nosso blog.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Gato estressado pode morrer? Conheça os riscos desse mal-estar

O estresse se tornou um estado emocional quase constante na vida das pessoas. Com os animais também vêm ocorrendo alterações de comportamento, até mesmo psicológicas. Afinal, os pets sofrem de diversos distúrbios emocionais que trazem consequências, e há quem diga que o gato estressado pode morrer.

Gato em colo de veterinário

Não há dúvidas de que qualquer mudança que afete as emoções do bichano pode deixá-lo debilitado, mas não podemos afirmar que o gato estressado pode morrer somente pelo estresse em si, mas pode ter consequências graves devido ao estresse sofrido. Confira o texto abaixo para esclarecermos de uma vez!

O que é o estresse nos gatos?

Todos nós, inclusive os pets, podemos passar por situações de estresse, como levar um susto com barulho ou com alguém chegando. Esse é um estresse momentâneo, que não há como evitar e não prejudica a saúde.

No entanto, há aquelas situações em que estresse, medo ou ansiedade são constantes. O estresse felino é a condição, seja ela qual for, que altera o bem-estar do gato, fazendo com que ele não se sinta bem onde vive, onde come, onde dorme, etc.

Com a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea diariamente, o pet tende a adoecer não só emocionalmente, mas com sintomas físicos. Assim, o gato estressado pode morrer se esses sinais não forem tratados. Pico de estresse como contenção inadequada no veterinário, por exemplo, podem levar a descarga adrenérgica e matar o animal.

É possível saber se meu gato está estressado?

Alguns tutores conseguem perceber o gato estressado somente com o olhar, quando notam que o bichano está com o olhinho ou um comportamento um pouco estranho. Porém, não se preocupe se não é um desses tutores, pois essa situação é bastante rara.

Ainda que tenhamos a ideia de estresse muito atrelada ao ser humano, com reações impulsivas e nervosas, nos bichanos, não é necessariamente assim. Ainda que alguns animais possam brigar e morder seus tutores e outros animais, a maioria dos gatos manifesta seu estresse com outros comportamentos.

Para conseguir avaliar se o pet está estressado, fique atento à postura corporal. Orelhas rente à cabeça, pupilas sempre dilatadas, tentar se esconder, dormir muito e sempre fugir são atitudes que indicam que o gatinho está com algum problema. Confira os principais sinais de um pet estressado.

Gato sentando olhando para a foto.

Quais são os principais sinais de que o gato está estressado?

Os gatos são bastante meticulosos, limpinhos e gostam de seguir sua rotina diária calmamente. Algumas mudanças no comportamento e no físico, mesmo que sutis, já são indicativos de que um bichano está em uma situação desconfortável, que pode deixar o gato doente, como as seguintes:

  • urinar fora da caixa da areia;
  • ter fezes amolecidas ou diarreia;
  • apresentar vômito esporádico;
  • miar de forma prolongada;
  • ter queda de pelo excessiva;
  • se lamber excessivamente e compulsivamente (especialmente uma região específica do corpo);
  • ter inflamação da bexiga;
  • deixar de comer e beber água;
  • apresentar agressividade;
  • aparentar tristeza.

Quais são as consequências do estresse em gatos?

A maioria dos gatos apresentará ao menos um sintoma de estresse ao longo de sua vida, mas se a causa do estresse for removida, tudo volta ao normal. O grande problema são aqueles animais que estão em uma situação perigosa, o que deixa o gato muito estressado.

Como alguns bichanos podem ter complicações por deixar de comer e beber água, podemos dizer que necessitam de atendimento emergencial. Nesses casos, o gato estressado pode morrer.

Quais situações geram estresse em gato?

Os gatos são meticulosos com o ambiente em que vivem e em relação às pessoas com quem compartilham a vida. Sendo assim, mesmo uma mudança que para os seres humanos não tem importância pode ser um grande motivo de estresse para os peludos. Confira:

  • mudança de casa;
  • mudança de local de móveis da casa;
  • adquirir um móvel ou objeto novo;
  • visita de pessoas ou animais;
  • alterar o horário das atividades de rotina (tanto do gato quanto do tutor);
  • mau relacionamento com outro gato da casa;
  • se assustar com outros animais (que passeiam perto da sua casa);
  • barulhos altos e diversos;
  • não ter um local para ficar só quando desejar;
  • não ter uma rota de fuga quando se sentir ameaçado e se assustar;
  • punições verbais ou físicas.

Como posso reduzir o estresse do gato?

Alguns cuidados com o gato podem reduzir o nível de estresse. O principal — e se o bichano gostar — é oferecer muito carinho e amor. Tudo deve ser feito dentro do limite de aceitação do pet, ou ele ficará ainda mais estressado.

Se há outros gatos na casa, é importante verificar se o bichano não é impedido de usar a caixa de areia, comer e brincar pelos gatos. Então, ter vários comedouros, bebedouros e caixa de areia minimiza a ansiedade do gatinho em querer fazer suas necessidades e não conseguir.

Oferecer brinquedos, prateleiras (pois gatos gostam de ficar no alto), catnip, fechar cortinas (se ele se assusta com um objeto de fora), deixar a porta aberta (para que ele fuja de quem briga com ele) são medidas simples que podem ajudar.

Gato deitado.

O importante é reconhecer o que está causando o estresse e, então, corrigir. Muitas vezes, somente um médico-veterinário conseguirá interpretar a aflição do bichano. Agora que você sabe que o gato estressado pode morrer de complicações geradas pelo estresse, acesse nosso blog e confira as dicas de bem-estar para os gatos.

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terça-feira, 30 de maio de 2023

Gato com ferida no pescoço? Venha conhecer as principais causas!

Pais e mães de gatos são conhecidos por serem muito atentos ao comportamento e saúde de seus pets. Assim, ao notarem o gato com machucado no pescoço, certamente ficam preocupados.

Gato em colo de veterinário

Os motivos que deixam o gato com feridas no pescoço variam. Os machucados podem se curar sozinhos ou precisar de um diagnóstico mais apurado para serem tratados. Por isso, separamos uma pequena leitura para maior compreensão sobre o assunto. Confira!

As principais causas de lesões no pescoço do gato

As lesões no pescoço do felino podem ter várias origens. Por isso, é importante se atentar ao comportamento do pet, que pode indicar por que ele está machucado. A seguir, veja algumas das principais causas dessas lesões.

Brigas e brincadeiras

Sem dúvidas, essa é uma causa muito importante, principalmente entre aqueles bichanos que têm acesso à rua ou que não convivem bem com seus outros irmãos pets. Quando os gatos enfrentam alguma rivalidade, podem acabar brigando e se ferindo, e o pescoço é uma região fácil para levar mordidas ou arranhões.

A gravidade do machucado no pescoço do gato devido a brigas varia de acordo com o tamanho e a quantidade de ferimentos. Nesses casos, é sempre importante buscar ajuda de um médico-veterinário. A boca e as unhas dos bichanos são contaminadas por bactérias, e um machucado simples pode infeccionar.

Já as brincadeiras dos bichanos acontecem com leves mordidas e arranhões que, algumas vezes, podem acabar machucando. Geralmente, o gato com machucado no pescoço por brincadeiras se recupera sozinho, pois as lesões são superficiais.

Pulgas e carrapatos

As indesejáveis pulgas e o carrapato (embora este seja menos frequente nos gatos) podem causar muito incômodo em todo o corpo do animal. Assim, ao se esfregar e usar as patinhas para coçar, o bichano pode acabar se machucando, inclusive na região do pescoço.

Alergias

Assim como os seres humanos, esses peludos também podem sofrer com alergias. Esse tipo de doença é um problema genético, ou seja, passado dos pais para os filhotes. No caso dos gatos, as alergias são principalmente devido à picada de pulgas ou causadas por alimentos.

Ácaros

Os ácaros são os responsáveis por doenças conhecidas como sarnas. Existem sarnas que acometem as orelhas e os ouvidos, podendo se espalhar para o corpo. Ao tentar coçar a região, o pet acaba ferindo o pescoço.

Otite

O gato com machucado no pescoço pode estar sofrendo de otite, que é uma infecção nos ouvidos causada por ácaros, fungos ou bactérias. Mais uma vez, o bichano sente coceira, incômodo e, em alguns casos, dor. Ao tentar se aliviar desses sintomas, o pet acaba lesionando o pescoço.

Gato em local com grama

Fungos e bactérias

As lesões na pele dos gatinhos causadas por certos fungos ou bactérias geralmente são tidas como oportunistas, ou seja, se aproveitam de outra doença (de pele ou não) e se proliferam, levando a feridas.

Há um fungo que causa a dermatofitose, que não é oportunista, mas vive no ambiente. O pet a contrai quando entra em contato com um outro bichano contaminado ou objetos. Nesse caso, o fungo faz o pelo cair, e a região sem pelos pode ter feridinhas.

Como são essas feridas no pescoço?

As feridas do pescoço do gato variam. Se for por briga ou brincadeira, por exemplo, podemos observar um arranhão com crostas de sangue ou “buracos” causados pelos dentes de outro animal. Nesse caso, as lesões são bem visíveis.

Já um gato coçando muito o pescoço, independentemente da causa, pode ter queda de pelo na região, com crostas esbranquiçadas ou amareladas. Se houver sangramento, o sangue seco deixa as crostas avermelhadas. Também é possível observar pápulas (espinhas), e a pele avermelhada é indício de problema.

As doenças dermatológicas, especialmente as alérgicas, costumam ter um padrão de lesão chamado de dermatite miliar felina. Essa dermatite é identificada ao passar a mão entre os pelos do bichano, pois as feridas são mais fáceis de serem palpadas do que visualizadas, já que são bem pequenas.

É importante lembrar que a dermatite miliar em gatos não é um diagnóstico, e sim um sintoma. A causa dessas lesões deve ser sempre investigada pelo médico-veterinário.

Como é feito o tratamento da ferida no pescoço?

O tratamento do gato com machucado no pescoço varia de acordo com a causa. O diagnóstico deve ser sempre feito pelo médico-veterinário, que coletará informações sobre o histórico de vida do bichano, exame físico completo e demais exames necessários.

Para as doenças dermatológicas em geral, são feitas pesquisas de ácaros, bactérias e fungos na pele. As medicações variam de acordo com a causa apontada, mas o correto diagnóstico é fundamental para a recuperação do bichano. Já as alergias não têm cura, mas é possível controlar as crises de coceira e, consequentemente, as lesões. Para isso, é preferível ter o acompanhamento de um profissional especializado em dermatologia.

Quando o pet tem ferimentos por briga, geralmente são administrados antibióticos, anti-inflamatórios e medicação para controle da dor, além da limpeza das feridas e aplicação de pomadas. Nessas situações, é preciso estar atento a outras lesões mais graves, como fraturas e hemorragias internas.

Como prevenir as feridas?

Muitas vezes, acaba sendo inevitável que o pet se machuque. No entanto, algumas medidas, como telar a casa e não permitir que o pet saia à rua, evitam que ele entre em confusão e contraia doenças, pulgas e carrapatos. Manter o antipulgas em dia também é primordial para todos os animais.

Gato com coleira

O gato com machucado no pescoço é um problema recorrente, mas que felizmente pode ser prevenido. Corretamente diagnosticado e tratado, o felino ficará bem! Se precisar, conte com nossa equipe para cuidar do peludo!

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segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Piolho de gato: saiba tudo sobre esse bichinho!

O piolho de gato causa muita coceira no bichano e pode se tornar um verdadeiro transtorno para o pet, tamanha a coceira que provoca! Por isso, se você encontrar esse parasita no gatinho, precisa cuidar dele o quanto antes.

piolho de gato

O piolho do gato

Como é o piolho de gato? Ele é um ácaro que parasita os felinos externamente. A infestação por piolhos se chama pediculose, e o ácaro dos gatos é o Felicola subrostratus. Esses parasitas podem ser classificados como sugadores (de sangue) ou mastigadores (de descamações da pele).

O piolho do gato é classificado como mastigador. Se você está em dúvida se piolho de gato pega em humano, fique tranquilo, pois ele não passa para o homem ou para outros animais.

Um piolho raro

Embora a maioria dos casos de pediculose em gatos seja causada pelo Felicola subrostratus, existe ainda outro ácaro mais raro que pode acometer os gatos: o Lynxacarus radovskyi.

Pouco se sabe sobre esse parasita. Ele também é mastigador e provavelmente vive sua vida toda no pelo dos bichanos. Assim como o Felicola subrostratus, é específico do gato, mas há um relato de infestação em cães.

Como é a infestação?

A pediculose ocorre, na maioria das vezes, em gatos negligenciados ou desnutridos. No entanto, já foram relatados casos de piolho de gato em animais imunossuprimidos por outras doenças.

Os gatos de pelos longos sofrem mais do que os gatos de pelos curtos, uma vez que na pelagem comprida os piolhos podem ficar mais profundamente escondidos. Assim, poucos são alcançados pelos banhos de língua dos bichanos.

São ácaros que preferem parasitar a cabeça e o dorso dos bichanos, mas, nas infestações maciças, são vistos por todo o corpo. Eles se proliferam rapidamente nos hospedeiros e até podem cair no ambiente, mas não conseguem sobreviver por muito tempo nessa condição. Ainda bem!

O ciclo de vida do piolho de gato é de metamorfose incompleta e passa pelas fases de ovo (lêndea), larvas de 1º, 2º e 3º estágios e adultos (machos e fêmeas). São facilmente visualizados a olho nu na pelagem do bichano.

piolho de gato

Transmissão

A transmissão acontece de forma direta, pelo contato com um gato infestado. Sendo ácaros que não são saltadores, o contato precisa ser prolongado. Também é possível que a transmissão seja feita por objetos como:

  • escovas;
  • pentes;
  • cama;
  • travesseiros;
  • brinquedos;
  • cobertor.

Sinais clínicos

Agora que você já sabe que gato tem piolho, como descobrir se o bichano está com eles? Na verdade, isso é relativamente simples. Além de visualizar o bichinho passeando no pelo do gatinho, o tutor pode perceber:

  • coceira intensa;
  • queda de pelo;
  • feridas na pele;
  • lêndeas;
  • mudança de comportamento;
  • vermelhidão na pele, em alguns casos decorrente da alergia desencadeada pelo ácaro;
  • emagrecimento.

Além disso, quando o piolho em gatos está presente, há chance de ele ter dermatite secundária, como, por exemplo, a causada por bactérias. Quando isso acontece, a queda de pelo pode se intensificar, e o tutor poderá notar falhas na pelagem.

Os gatos de pelagem longa podem apresentar distúrbios gastrointestinais pela excessiva ingestão de pelos, que podem causar obstrução intestinal devido aos tricobezoares (bolas de pelo compactadas).

Por outro lado, também há casos nos quais os animais estão parasitados, mas não desenvolvem outros sinais clínicos. Por isso, é bom que o tutor faça uma inspeção na pelagem do pet sempre que for acariciá-lo.

Tratamento

E agora, como cuidar de gato com piolho? Se você notar que o seu bichinho está parasitado, é preciso levá-lo ao médico-veterinário. O profissional vai avaliar as condições do pet e se há ou não infecção bacteriana secundária.

Principais remédios

No geral, o remédio para piolho de gato de escolha é o pour on (aplicado na nuca). Ele pode ser administrado mensalmente, para evitar a reinfestação. Há também medicações em spray, que podem ser indicadas tanto para borrifar no bichinho quanto para passar na caminha. Se o pet apresentar uma infecção bacteriana secundária, a administração de antibiótico pode ser adotada.

Por fim, muitas vezes, a suplementação nutricional por meio da administração de polivitamínicos também é prescrita pelo médico-veterinário.

Há ainda casos nos quais o bichinho se coça tanto por causa do piolho do gato que acaba se ferindo. Quando isso acontece, um creme cicatrizante pode ser usado no local, mas só em gatinhos que permitem isso. Caso contrário, os pets irão se lamber para tirar o creme, piorando o quadro.

Prevenção da pediculose

Os piolhos são atraídos por locais de higiene precária. Sendo assim, mantenha os ambientes que o gatinho frequenta sempre bem limpinhos. Outra forma de prevenção dessa e de outras doenças muito graves, como a Fiv e a Felv, é não deixar o bichano ter acesso livre à rua.

Como dissemos, a pediculose pode ocorrer em gatos debilitados. Dessa forma, manter uma alimentação saudável e um ambiente livre de estresse para o bichano acaba prevenindo indiretamente a enfermidade.

piolho de gato

Embora raro, o piolho de gato pode parasitar o bichano e afetar seu bem-estar e sua qualidade de vida. Não sabe se o gatinho está parasitado? Então, agende uma consulta com os especialistas em felinos do Hospital Veterinário Seres!

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sábado, 28 de janeiro de 2023

Gato polidáctilo: o que o tutor deve saber?

A polidactilia é uma condição em que o animal apresenta um ou mais dedos além do normal. O gato polidáctilo tem mais dedinhos em suas patas. Trata-se de uma alteração física congênita herdada dos pais..

Gato deitado.

Apelidos dos gatos polidáctilos

Esses gatinhos também são chamados de gatos de Hemingway, gatos de luva, gatos de polegar, gatos de seis dedos, gatos com luvas de boxe e gatos de pés de raquete de neve.

O dedinho extra na pata de gato comumente é um tecido mole e sem conexão com o corpo (não tem ossos ou articulações). Às vezes tem ossos, mas não tem articulações; outras vezes é completo, com coxim e totalmente funcional.

A genética por trás da polidactilia

O aumento do número de dedinhos nos gatos está relacionado a uma mutação em um gene dominante que determina o número de dedos das mãos (patinha da frente) ou dos pés (pata traseira do gato). É considerada a mutação genética mais comum nos felinos.

As patinhas da frente costumam ser mais afetadas do que as de trás. Quando o dedo extra se parece com um polegar, temos a impressão de que o gato está usando uma luvinha de dois dedos, o que fica uma fofura no pet.

É extremamente raro o gato polidáctilo ter a polidactilia em todos os membros, mas há dois registros no Guinness Book: Jake, um gato canadense, e Paws, norte-americano, tinham 28 dedos, sendo sete dedinhos em cada pata!

Problemas relacionados à polidactilia

Geralmente, o gato polidáctilo não tem problemas de saúde, mas é preciso investigar se a polidactilia não está associada à hipoplasia radial, que é quando o osso rádio cresce menos do que a ulna, deixando o braço do animal deformado.

Também é preciso ficar atento às unhas do gato com polidactilia, quando os dedos extras nascem no lugar dos polegares, uma vez que essas unhas dificilmente são gastas e afiadas, podendo crescer a ponto de machucar o bichano.

Além disso, podem enroscar em cobertores, cortinas ou outros tecidos e ser arrancadas total ou parcialmente, o que causa bastante dor e sangramento. Nesse caso, procure auxílio veterinário para seu gatinho.

O recomendado é que o tutor espalhe arranhadores pelo espaço em que o gato vive para que ele faça o desgaste natural de suas garras. Mesmo assim, às vezes é preciso cortar essas unhas.

Gato deitado.

Corte das unhas do gato

Para cortar as unhas do gato é necessário conhecer a anatomia delas, pois dentro existe um vaso que, caso a unha seja cortada muito profundamente, pode sangrar, doer e traumatizar o peludo.

Para que o tutor faça esse procedimento em casa, é recomendado que o realize em um ambiente com bastante luz ou com o auxílio de uma lanterna, para visualizar esse vaso e evitar acertá-lo.

Como as garras da maioria dos felinos são retráteis, para cortar as unhas do gato doméstico é preciso apertar os dedinhos dele, expondo as unhas e garantindo sua completa visualização.

Esqueci de cortar a unha do dedinho extra e ela entrou no coxim, o que eu faço?

Essa situação é bem comum e causa bastante dor e incômodo no animal. O ideal é levá-lo ao médico-veterinário para que ele faça o corte da unha e o tratamento da ferida.

No entanto, caso o tutor tenha experiência em cortar a unha do pet, ele pode fazer esse procedimento em casa. Se a unha estiver presa no coxim, será preciso puxá-la após o corte. Depois disso, lave bem a ferida com água e sabão até sua completa cicatrização.

Para evitar que isso aconteça, mantenha uma rotina de corte de unhas das patas do gato. As unhas das patas da frente devem ser cortadas geralmente a cada 15 dias, já as unhas das patas de trás podem ser cortadas a cada 20 ou 25 dias.

Raça reconhecida

Por causa desse amor ao gato polidáctilo, a raça Polidáctilo Americano é reconhecida no país. Como se trata de uma herança genética, os filhotes de pais com essa característica têm 50% de chance de também tê-la, sempre com uma fofura a mais!

Curiosidades sobre o gato com polidactilia

O escritor norte-americano Ernest Hemingway ganhou de presente uma gatinha polidáctila de um amigo. Ele a batizou de Branca de Neve. Atualmente, existem mais de 50 gatos descendentes da Branca de Neve no museu dedicado ao escritor e santuário desses gatinhos.

Algumas culturas consideram os gatos de seis dedos amuletos da sorte. Por isso, os marinheiros costumavam ter gatos com essa característica nos navios para ter uma viagem segura e os chamavam de “gatos ciganos”.

A raça Maine Coon, conhecida como o gato gigante, é bastante famosa por apresentar essa alteração genética felina. Felinos dessa raça possuem 40% mais chance de serem polidáctilos do que os outros gatos.

A explicação mais aceita é que esses dedos extras proporcionavam maior chance de sobrevivência em ambientes com neve, por isso, foi passada de geração em geração na raça.

Gato deitado olhando para o lado.

Acredite, ter um bichano em casa já é sinal de sorte. Um gato polidáctilo então é sorte dobrada! Já conhece o Hospital Veterinário Seres? Nós temos especialistas em felinos prontos para atender o bichano, agende uma consulta!

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