segunda-feira, 11 de dezembro de 2023

Gato com fezes moles e fedidas: o que pode ser?

Os pets são verdadeiros companheiros, e mesmo aqueles gatinhos que não gostam tanto de carinho estão sempre por perto. Por esse e tantos outros motivos, nos apegamos e amamos muito esses peludos. Porém, quando ficam debilitados, como um gato com fezes moles e fedidas, geram preocupação.

Gato deitado.

Se notar o gato fazendo cocô mole, a princípio, não se desespere, pois problemas simples, como petiscos ou algum outro alimento que o bichano comeu, podem alterar o intestino. No entanto, se o problema persistir, procure ajuda, pois algumas doenças mais sérias também deixam o felino com as fezes amolecidas e mau cheirosas.

Como sabemos que os tutores querem ter muitas informações a respeito da saúde de seus filhos de quatro patas, até como uma maneira de evitar que fiquem doentes, separamos este texto com as principais causas e como proceder diante de um gato com fezes moles e fedidas. Confira!

Como saber que o gato está com as fezes moles?

O pet com cocô amolecido e, principalmente, o gato com diarreia é facilmente identificado. Se ele utiliza a caixa de areia ou algum local da casa para defecar, basta observar suas fezes.

Caso o pet tenha acesso à rua e seja difícil saber onde ele faz suas necessidades, procure vestígios, como cocôs grudados no pelo, cheiro desagradável e se o ânus está irritado. Essas dicas podem auxiliar na investigação da suspeita de um gato com fezes moles.

Dependendo da causa das fezes moles e fedidas, o gatinho também pode apresentar gases e eliminar alguns puns. Então, fique atento se ouvir algum barulho vindo do abdômen do pet.

Quais são as causas das fezes moles?

Se a circunstância do gato com fezes moles e fedidas é frequente, algo não vai bem. Note que nem sempre o bichano precisa fazer cocô pastoso ou até mesmo ter diarreia todos os dias. Porém, se eventualmente isso acontece, também é importante procurar uma causa e um tratamento junto ao médico-veterinário.

Verminose

Certamente, a verminose é a mais comum e simples das doenças que afetam a qualidade das fezes do pet. Os vermes que parasitam o intestino alteram a consistência do cocô dos gatos. Ainda que o tratamento seja simples na maioria das vezes, o parasitismo intenso pode deixar o bichano muito doente.

Alimentação

Excesso de petiscos, má qualidade da ração, alimentação caseira e não apropriada para a espécie podem deixar o gato com fezes muito fedidas ou até mesmo pastosa, dependendo de mudança abrupta na ração.

Estresse

Os gatos são afetados pelas mais singelas mudanças. Por mais que pareça estranho, se houver mudança de um móvel da casa ou visita de uma pessoa que o pet não gostou muito, isso pode deixá-lo ansioso e com sintomas de estresse. Esses sinais podem aparecer em uma inflamação urinária, vômitos e fezes amolecidas.

Gato deitado.

Infecção gastrointestinal

Algumas bactérias podem causar infecções intestinais que dão vômito e diarreia ou sintomas mais brandos, que deixam o gato com fezes moles e amareladas. Nesses casos, é importante ficar atento a outros sinais de desidratação, apatia e procurar imediatamente um médico-veterinário.

Doenças virais

Uma importante classe de doenças virais também altera o intestino do bichano. Vírus mais brandos ou que causam doenças graves, como FIV (vírus da imunodeficiência felina) e Felv (vírus da leucemia felina) apresentam sintomas muito semelhantes e não possíveis de diferenciar sem análises específicas.

É possível evitar que o pet venha a apresentar fezes amolecidas?

O gato com fezes moles e fedidas pode ser algo bem simples de evitar. Caso venha a acontecer, pode nem mesmo necessitar de um tratamento em si, mas somente de uma troca da dieta para uma de maior qualidade.

As rações de menor qualidade possuem mais gordura em sua composição do que as rações Premium e Super Premium, e isso deixa as fezes com a consistência mais pastosa. Se for esse o problema, ele é facilmente solucionado trocando a ração de maneira gradual.

Manter a vermifugação e a carteirinha de vacinação em dia é essencial para que a saúde do bichano esteja controlada. Boa parte das doenças virais que deixam o gato com o cocô mole podem ser evitadas com as vacinas disponíveis para os felinos.

Manter o gatinho em constante observação e oferecer brinquedos, arranhadores, um local para ficar sozinho e se sentir protegido são medidas que ajudam a evitar o estresse em gatos.

O que fazer se o gato tiver fezes pastosas?

Todo e qualquer problema de saúde e comportamental que o pet venha a apresentar deve ser avaliado por um médico-veterinário, que fará o diagnóstico e o tratamento adequado para o problema em questão.

Em casa, sempre mantenha a caixa de areia limpa. Se o pet estiver evacuando com muita frequência, precisará ser higienizado mais vezes. Ofereça água limpa e fresca em abundância (para evitar desidratação), comida de qualidade e procure um especialista.

Gato deitado ao lado da janela.

Gato com fezes moles e fedidas pode indicar um problema bem simples de resolver, mas, se não tratado adequadamente, evolui para quadros mais graves. Acesse nosso blog e confira mais dicas sobre o bem-estar dos pets.

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quinta-feira, 7 de dezembro de 2023

Será que gato com insuficiência renal sente dor? Descubra!

Quem tem um animal com doença crônica fica preocupado quanto à sua qualidade de vida. É assim no caso de pais e mães de pets com doença nos rins, pois temem que o gato com insuficiência renal sente dor.

Gato em local com grama

O problema de rim em gatos é assunto popular entre os tutores de felinos, pois essa espécie tem predisposição a desenvolver doenças urinárias. Entre os mais velhinhos, é comum a doença renal crônica. Não deixe de ler o texto abaixo para tirar todas as suas dúvidas a respeito da qualidade de vida dos bichanos.

O que é a insuficiência renal?

A insuficiência renal em gatos pode acometer qualquer animal, de qualquer idade ou sexo. Porém, a insuficiência renal crônica é mais comum nos animais idosos, geralmente a partir dos nove anos.

A doença renal é caracterizada pelo mau funcionamento dos rins, que são responsáveis por filtrar o sangue e eliminar os resíduos que não serão aproveitados pelo organismo por meio da urina. Se o rim não filtra bem, esses resíduos se acumulam na corrente sanguínea, trazendo prejuízos.

No caso de doença renal crônica, esse processo vai acontecendo lentamente ao longo dos anos. No entanto, há quadros de insuficiência renal aguda em gatos, em que um acontecimento como intoxicação, envenenamento ou alguma outra doença altera o funcionamento dos rins.

A principal diferença entre a doença crônica e a aguda é que na aguda, corrigindo a causa que levou ao mau funcionamento do rim, ele pode voltar a trabalhar normalmente. Na crônica, porém, não há cura, e sim certo controle da patologia.

Gato deitado.

Sintomas de insuficiência renal em gatos

É de extrema importância conhecer os sintomas de insuficiência renal em gatos porque a doença renal, especialmente a crônica, se inicia silenciosamente, com sintomas que podem passar despercebidos.

Os primeiros sintomas são aumento da ingestão hídrica e quantidade de urina. No gato, demora bastante antes de ele apresentar apatia e letargia.

Nos casos um pouco mais avançados, é possível sentir o hálito do pet com um cheiro característico, chamado de urêmico. O gato com insuficiência renal sente dor se houver úlceras no estômago e feridas na boca.

Consequências da insuficiência renal

A doença renal é uma enfermidade grave, que aumenta a pressão arterial, podendo levar o animal à cegueira do dia para noite. Infelizmente, a insuficiência renal crônica é um processo de envelhecimento progressivo e irreversível que causa anemia, enjoos, feridas e mal-estar.

O gato com insuficiência renal sente dor e desconforto devido às consequências da doença, mas o tratamento oferece conforto ao pet e tem intuito de garantir seu bem-estar de forma eficiente. Entretanto, em algum momento, os rins irão parar de funcionar, e o pet virá a falecer.

Muitos gatos possuem doença renal em estágio inicial e ela nunca vai evoluir. Não apresentaram manifestações clínicas associadas à doença, no máximo aumento da ingestão de água e volume da urina.

O gato pode apresentar hipertensão arterial, mas não necessariamente ira. Em estágios iniciais, não sente dor e desconforto. A função do veterinário aqui é avaliar se há fatores de progressão da doença, já que não existe medicação específica para retardar a doença, podemos controlar os fatores de progressão. Tais quais o fósforo alto, hipertensão arterial, acidose do sangue, aumento do cálcio, proteína na urina de origem renal.

Como é o tratamento da insuficiência renal

Como dito, o tratamento é para dar conforto e sobrevida ao pet. Dependendo da evolução e do comprometimento dos rins, o gato pode viver meses ou até mesmo anos com problemas nos rins. Ter doença renal não significa que ele morrerá de doença renal.

Em um primeiro momento, talvez seja necessário internar o pet para que ele receba hidratação por soro nas veias e medicações de acordo com os sintomas apresentados. Isso só acontecerá se for diagnosticado tardiamente e em agudização do quadro. A importância do check-up anual é detectar o quadro desde cedo, quando o animal não tem sintomas, para podermos controlar fatores de progressão.

Se o gato com insuficiência renal sente dor, poderá tomar analgésicos; se está vomitando, remédios para enjoo e assim por diante.

Após a correção dos sintomas apresentados e quando o bichano voltar a se alimentar, pode ser que ele precise comer uma ração para gato com problema renal. É uma ração terapêutica, com uma formulação diferenciada para não sobrecarregar o rim.

Porém, não é todo gato com doença renal que tem indicação de comer a ração. É um erro muito grande entre veterinários e entrar com a ração em estágios iniciais pode ser maléfico

É possível evitar que o gato tenha problemas renais?

Como os gatos têm muita tendência a desenvolver doenças renais e urinárias, é importante estimular o bichano a beber bastante água e disponibilizar várias caixas de areia para urinar. Porém, mesmo tomando esses cuidados, o pet pode ter doença renal.

Por isso, ficar atento aos primeiros sinais de alteração no comportamento dos gatos e fazer acompanhamento com o médico-veterinário é o mais importante. Se a doença for descoberta logo no início, não haverá tratamento específico, apenas acompanhamento.

Como o gato com doença renal sente dor nos casos mais avançados, se a doença for descoberta logo no início, é possível poupar o bichano desse sofrimento e dar a chance de ele viver por mais tempo e de maneira feliz, com qualidade de vida.

Raças predispostas a terem doença renal

A doença renal crônica pode ser herdada geneticamente dos pais. Nesses casos, o pet tem mais chances de ter a doença, mesmo que tomando algumas precauções. Sendo assim, se um uma família de pet tem animais com doença renal, é melhor que não procriem. Algumas raças são mais predispostas, como:

  • Persa;
  • Siamês;
  • Abissínio;
  • Maine Coon;
  • Ragdoll;
  • Birmanês;
  • Azul Russo.

Gato deitado.

Agora que você já sabe que o gato com insuficiência renal sente dor, procure sempre conversar com o médico-veterinário para garantir o conforto e bem-estar do seu bichano. Para conferir outras informações sobre as doenças que acometem os rins dos gatos acesse o blog da Seres.

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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Descubra como anda a saúde do gato com olho remelento e inchado

Todo mundo que tem um pet de estimação sabe que assim como nós, ele também acorda com um pouco de remela após uma longa noite de sono. Porém, quando vemos o gato com olho remelento e inchado além do costume, ficamos mais preocupados.

Gato deitado.

É verdade que um pouco de secreção no olho é normal, pois é apenas a lubrificação dos olhos junto às sujeirinhas que secaram. No entanto, quando a remela é excessiva, pode indicar um problema oftalmológico ou até mesmo de saúde geral do pet. Continue a leitura para entender.

Afinal, como saber se a remela está normal?

A remela de gato considerada normal é aquela que encontramos após os pets acordarem, cuja limpeza faz com que não ressurja em pouco tempo. No entanto, quando a remela junta novamente alguns minutos ou algumas horas depois, é provável que haja alguma alteração.

Tanto a quantidade quanto a coloração da remela são parâmetros para dizer se há algum problema. A remela saudável costuma ser transparente ou levemente amarelada, já a amarronzada ou esverdeada pode indicar um problema na saúde dos olhos do bichano.

A textura da secreção dos olhos também merece atenção. A remela com aspecto grosso pode indicar uma infecção, como a conjuntivite felina. A observação do tutor em relação a essas características é essencial para detectar uma doença logo no início e, assim, procurar tratamento.

O que causa a remela em gatos?

Algumas patologias deixam o gato com olho remelento e inchado. Como o olho é um órgão muito sensível, merece uma atenção especial. Ainda, quando ambos os olhos estão comprometidos, podem dar um pouco mais de preocupação. Confira a lista que preparamos com as principais doenças que afetam essa região do corpo dos pets.

Alergias

Poluição, tempo seco, poeira e substâncias voláteis podem causar irritação e deixar o gato com olho remelento. Algumas alergias que acometem a pele e, portanto, as pálpebras, também irritam os olhos. Normalmente, o bichano apresenta os olhos avermelhados, lacrimejando e com excesso de secreção.

Conjuntivite

A conjuntivite em gatos é causada por bactérias, vírus ou alguma substância que caia no olho, como o shampoo, que irrita a região do olho chamada de conjuntiva (a parte branca). A conjuntivite é bastante frequente e uma das principais causas de um gato com olho remelento e inchado.

Complexo respiratório felino

Essa doença, também conhecida como gripe felina, é na verdade um grupo de vírus  e bactérias capazes de causar sintomas muito semelhantes, que atingem os olhos e o trato respiratório dos gatos.

Como muitas vezes não é feito o exame para detectar o tipo de vírus envolvido ou o bichano pode estar contaminado por mais de um vírus ao mesmo tempo, dá-se o nome de “complexo respiratório felino”. Gatos filhotes são os mais predispostos a desenvolver os sintomas devido à sua baixa imunidade.

É muito comum que uma ninhada jovem tenha vários ou todos os gatinhos com os olhos com secreção esverdeada, grossa e em grande quantidade. Em casos mais severos, a doença pode evoluir, apresentando secreção nasal, espirros, tosse, atingir os pulmões e causar pneumonia.

Gato deitado no colo do tutor.

Úlcera de córnea

Em todos os quadros clínicos, a dor ou coceira podem fazer com que o pet esfregue o olho na parede ou com as patas, se fira e cause uma úlcera de córnea (camada externa do olho). Algumas substâncias irritantes também podem ocasionar isso.

A úlcera deve ser tratada imediatamente para que não atinja as camadas mais internas do olho, aumentando ainda mais a sensação de dor e podendo comprometer a visão.

Existem outros sintomas além da remela?

Além do gato com olho remelento e inchado, outros sinais podem estar presentes e indicar que o felino sente dor ou um grande incômodo nos olhos, como apresentar os olhos vermelhos, piscar excessivamente e patear a região dos olhos.

Com todos esses sintomas, o pet pode começar a ficar mais apático, não querer comer e beber água, o que mostra que além do problema nos olhos, esse tipo de doença pode comprometer toda a saúde do peludo.

Como limpar o olho do gato com remela?

Umedecer uma gaze ou algodão em soro fisiológico ou água filtrada e fazer movimentos muito leves é a forma mais indicada de como limpar remela de gato. A limpeza deve ser feita sempre que necessário nos gatos saudáveis, lembrando de não utilizar a mesma gaze nos dois olhos.

Animais que estejam apresentando alguma alteração, com excesso de secreção e inchaço nos olhos, também podem receber essa limpeza. Porém, isso deve ser feito com ainda mais cuidado para não machucar.

Em nenhuma hipótese é permitido aplicar colírios nos olhos do bichano sem a indicação de um profissional, pois a composição de cada um pode interferir no tratamento e até mesmo piorar o quadro clínico até causar cegueira.

Gato deitado no chão.

O gato com olho remelento e inchado merece atenção. Além do desconforto e possível dor, algumas doenças podem causar cegueira. Fique sempre atento aos primeiros sinais e sempre procure ajuda de um especialista. Conte com nossa equipe para orientá-lo.

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sexta-feira, 24 de novembro de 2023

Gato com tosse tipo engasgo: entenda o que pode estar acontecendo

Os felinos costumam ser resistentes e não demonstrar quando estão doentes ou com algo incomodando. Por isso mesmo, ver o gato com tosse tipo engasgo é sinal de que algo não vai bem.

Gato deitado ao lado da janela.

O gato pode apresentar uma tosse esporádica, como um episódio rápido e que não se repete. Nesse caso, provavelmente ocorreu alguma irritação momentânea e que não gera muita preocupação. No entanto, um gato com tosse persistente deve ser investigado. Continue a leitura para saber mais.

Como é a tosse dos gatos?

Na maioria das vezes em que vemos um gato tossindo, a sensação é de que ele está engasgado. Isso até pode acontecer, mas é mais provável que a causa da tosse seja outra.

Isso porque quando o bichano tosse, ele alonga e estica o pescoço, expande o tórax e abre a boca como se estivesse tentando colocar algo para fora. Então, observamos o gato com tosse tipo engasgo ou aparentando querer vomitar.

Como o gato pode se engasgar?

Quando vemos o gato com tosse tipo engasgo, pode ser sinal de quadros de bronquite crônica ou asmática e, eventualmente, traqueíte. Ainda que os felinos sejam precavidos e seletivos quanto à sua alimentação e ao que engolem, alguns acidentes também podem acontecer.

As principais intercorrências encontradas em um gato engasgado são referentes a brinquedos, linhas, novelos e bola de pelo. Mesmo que a maior parte dos gatos que têm tosse não estejam com engasgo, é importante reconhecer os sinais para socorrer o bichano.

Bolas de pelos

O problema gerado pelas bolas de pelos são tão importantes e frequentes que merecem uma atenção especial. Como os bichanos gostam de se lamber, acabam engolindo pelos que se alojam no estômago.

Quando o gato, por algum motivo, não consegue expulsar a bola de pelo significa que ou ele está ingerindo mais pelo que o normal ou o intestino não está se movimentando como deveria. Ambos decorrem de doenças. O pelo naturalmente deve sair pelas fezes.

Como reconhecer um gato engasgado?

Os sinais que o pet demonstra quando se engasga podem variar de acordo com a gravidade do problema, mas, de uma maneira geral, vemos o gato com tosse tipo engasgo, com movimentos como se fosse vomitar para expulsar algo que supostamente está preso na garganta.

Quando o felino começa a colocar as patinhas dentro da boca, é bem provável que seja um quadro de gato com algo na garganta. O animal tenta de alguma forma retirar aquilo que está incomodando. Tristeza, deixar de comer e ter sede intensa também são sinais associados ao engasgo.

O engasgo causado por algo preso na garganta pode gerar um incômodo leve ou até mesmo obstruir a passagem de ar. Nos casos mais graves, portanto, o pet apresenta dificuldade respiratória, podendo ficar com a língua roxa. Essa é uma situação de emergência.

Gato deitado.

Como desengasgar o gato?

Levar ao veterinário é uma forma como desengasgar gato rápida e eficaz. Se tentam retirar de forma caseira, pode fazer um estrago muito maior e dificultar a situação.

E se não for engasgo?

Como vimos, gato com tosse tipo engasgo pode ser devido a outras causas, como alergias, resfriado, bronquite, asma felina e pneumonia. Por isso, o diagnóstico feito pelo médico-veterinário é fundamental para que não se confunda a tosse oriunda de doenças com engasgo.

Normalmente, quando o bichano tem uma doença alérgica, viral ou bacteriana, pode apresentar outros sintomas além da tosse, como secreção nasal, secreção ocular, espirros, febre, apatia, diminuição do apetite e ingestão de água.

Como evitar tosse e engasgo nos gatos?

Para evitar que o gato tenha tosse devido a doenças, é importante evitar que o pet tenha pulgas e vaciná-lo seguindo o protocolo de vacinação em filhotes e adultos. As patologias mais graves e frequentes nos bichanos podem ser prevenidas dessa maneira.

Quanto à prevenção relacionada ao engasgo, é importante oferecer brinquedos seguros e de qualidade, que não soltem pedaços e sejam destinados ao uso de gatos. Evite dar brinquedos que tenham tecidos e linhas.

Manter uma rotina de escovação dos pelos é uma maneira de retirar o excesso de pelos mortos que seriam engolidos pelo pet ao se lamber, diminuindo a formação de bolas de pelo. Há também ração para gatos que contém nutracêuticos que diminuem o acúmulo de pelo no estômago.

Gato deitado.

O gato com tosse tipo engasgo pode ser algo crônico ou emergencial. Nunca deixe de procurar ajuda do médico-veterinário, qualquer que seja a situação, pois a vida do bichano pode estar em risco. Procure uma unidade perto de você e conte conosco para orientá-lo.

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quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Viu o gato engasgado? Entenda o que isso pode ser

Algumas situações necessitam de uma rápida intervenção, como no caso do gato engasgado. Pode ser assustador notar que o bichano está com dificuldade de engolir ou, aparentemente, até de respirar, não é mesmo?

Gato deitado.

Pensando nisso, é importante o tutor estar preparado para um momento de emergência e prestar os primeiros-socorros até receber assistência do médico-veterinário, se houver necessidade. Confira neste texto as principais causas de engasgo e como desengasgar gato.

O que leva o gato a se engasgar

As pessoas geralmente se engasgam ao ingerir comida ou algum líquido. Isso também pode acontecer com o bichano, mas é uma situação mais rara. Os gatos são animais muito cuidadosos quando se alimentam, pois não comem qualquer coisa (como fazem os cães, por exemplo). Além disso, os felinos comem em pequenas porções.

Normalmente, o gatinho se engasga ao brincar com objetos inadequados ou outras peças aparentemente inofensivas, como bolinhas pequenas, itens que soltam pedaços, linhas de pesca e costura, barbante, novelos, etc.

Qualquer outro objeto que possa ficar preso na garganta é capaz de engasgar o bichano. Inclusive, para alguns tutores pode ser uma surpresa, mas é bastante frequente notar o gato engasgado com bola de pelo, como veremos a seguir.

Engasgo com bola de pelo: um problema comum

Como todos sabem, os gatos gostam muito de se lamber para fazer a própria higiene. Esse comportamento é natural, saudável e esperado. Durante o banho do gato, ele acaba engolindo muitos pelos, que precisam ser eliminados de alguma maneira.

Alguns desses pelos são degenerados ou saem nas fezes. O trajeto normal das bolas de pelo é prosseguirem pelo trato gastrointestinal e serem eliminadas nas fezes. A eliminação de bolas de pêlo no vômito pode indicar que algo está errado.

Isso pode acontecer por uma característica individual do pet em não conseguir eliminar ou porque ele está com queda excessiva dos fios. O último fator favorece o excesso de formação de bola de pelo no gato, então, ele pode ter mais dificuldade em vomitá-la.

Gato deitado na cama.

Sinais de que o gato está engasgado

O sintoma de gato engasgado é facilmente notado, e todo tutor precisa reconhecê-lo para buscar ajuda o quanto antes e fazer as primeiras intervenções. Confira quais são os principais indícios:

  • tentar vomitar repetidas vezes (mas não sair nada);
  • tossir;
  • ter falta de ar;
  • ficar com língua e gengiva arroxeadas (cianose);
  • salivar em excesso;
  • tentar beber muita água em um curto intervalo de tempo;
  • colocar a pata dentro da boca, como se tentasse tirar alguma coisa;
  • passar a pata no focinho;
  • esfregar a cabeça no chão ou na parede;
  • demonstrar apatia.

O gato engasgado não precisa apresentar todos os sintomas de uma só vez. Se notar qualquer comportamento alterado e, principalmente, falta de ar, é importante verificar imediatamente o que está acontecendo com o pet.

Como desengasgar o gato

Estar diante de um gato engasgado pode ser desesperador, mas é importante manter a calma para conseguir ajudar o bichano. Abrir a boca e verificar se há algum objeto na garganta obstruindo a passagem de ar pode ser a solução imediata para o problema.

Retirar o objeto com as mãos

Se for um objeto possível de ser retirado com as mãos, isso deve ser feito imediatamente. Não se recomenda puxar os objetos lineares, como os barbantes, pois eles podem ferir ainda mais o animal. Portanto, se ele estiver conseguindo respirar, leve-o ao médico-veterinário para remover o objeto.

Manobra de Heimlich

A manobra de Heimlich é muito usada em seres humanos e reproduzida em filmes e novelas quando alguém se engasga. Com o gato engasgado também é possível realizá-la da mesma maneira. Confira o passo a passo:

  1. Coloque o animal no colo, com as costas apoiadas contra a sua barriga;
  2. Mantenha a cabeça do bichano reta e as patas soltas (se possível, peça ajuda de alguém para segurar a cabeça);
  3. Passe as mãos abaixo dos braços do gato, como se o estivesse abraçando, e posicione as mãos no centro do peito (abaixo do osso esterno, no espaço “vazio” da barriga);
  4. Faça pressão na barriga, com movimentos rápidos, mas não com muita força. Repita algumas vezes;
  5. Procure um médico-veterinário

É possível evitar engasgos?

Para evitar que o bichano se engasgue, não permita que ele tenha acesso a objetos e brinquedos com linhas, ofereça alimentação destinada à espécie e guarde os objetos da casa aos quais ele possa ter acesso. Escovar os pelos auxilia na remoção dos fios mortos e, consequentemente, evita a formação de bolas de pelo.

Gato sentando no chão.

Um gato engasgado é uma situação mais frequente do que se pode imaginar. Agora você já sabe como ajudar o seu bichano nesse momento, mas nunca deixe de procurar ajuda profissional. Para mais orientações sobre primeiros-socorros, acesse nosso blog.

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quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Gato estressado pode morrer? Conheça os riscos desse mal-estar

O estresse se tornou um estado emocional quase constante na vida das pessoas. Com os animais também vêm ocorrendo alterações de comportamento, até mesmo psicológicas. Afinal, os pets sofrem de diversos distúrbios emocionais que trazem consequências, e há quem diga que o gato estressado pode morrer.

Gato em colo de veterinário

Não há dúvidas de que qualquer mudança que afete as emoções do bichano pode deixá-lo debilitado, mas não podemos afirmar que o gato estressado pode morrer somente pelo estresse em si, mas pode ter consequências graves devido ao estresse sofrido. Confira o texto abaixo para esclarecermos de uma vez!

O que é o estresse nos gatos?

Todos nós, inclusive os pets, podemos passar por situações de estresse, como levar um susto com barulho ou com alguém chegando. Esse é um estresse momentâneo, que não há como evitar e não prejudica a saúde.

No entanto, há aquelas situações em que estresse, medo ou ansiedade são constantes. O estresse felino é a condição, seja ela qual for, que altera o bem-estar do gato, fazendo com que ele não se sinta bem onde vive, onde come, onde dorme, etc.

Com a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea diariamente, o pet tende a adoecer não só emocionalmente, mas com sintomas físicos. Assim, o gato estressado pode morrer se esses sinais não forem tratados. Pico de estresse como contenção inadequada no veterinário, por exemplo, podem levar a descarga adrenérgica e matar o animal.

É possível saber se meu gato está estressado?

Alguns tutores conseguem perceber o gato estressado somente com o olhar, quando notam que o bichano está com o olhinho ou um comportamento um pouco estranho. Porém, não se preocupe se não é um desses tutores, pois essa situação é bastante rara.

Ainda que tenhamos a ideia de estresse muito atrelada ao ser humano, com reações impulsivas e nervosas, nos bichanos, não é necessariamente assim. Ainda que alguns animais possam brigar e morder seus tutores e outros animais, a maioria dos gatos manifesta seu estresse com outros comportamentos.

Para conseguir avaliar se o pet está estressado, fique atento à postura corporal. Orelhas rente à cabeça, pupilas sempre dilatadas, tentar se esconder, dormir muito e sempre fugir são atitudes que indicam que o gatinho está com algum problema. Confira os principais sinais de um pet estressado.

Gato sentando olhando para a foto.

Quais são os principais sinais de que o gato está estressado?

Os gatos são bastante meticulosos, limpinhos e gostam de seguir sua rotina diária calmamente. Algumas mudanças no comportamento e no físico, mesmo que sutis, já são indicativos de que um bichano está em uma situação desconfortável, que pode deixar o gato doente, como as seguintes:

  • urinar fora da caixa da areia;
  • ter fezes amolecidas ou diarreia;
  • apresentar vômito esporádico;
  • miar de forma prolongada;
  • ter queda de pelo excessiva;
  • se lamber excessivamente e compulsivamente (especialmente uma região específica do corpo);
  • ter inflamação da bexiga;
  • deixar de comer e beber água;
  • apresentar agressividade;
  • aparentar tristeza.

Quais são as consequências do estresse em gatos?

A maioria dos gatos apresentará ao menos um sintoma de estresse ao longo de sua vida, mas se a causa do estresse for removida, tudo volta ao normal. O grande problema são aqueles animais que estão em uma situação perigosa, o que deixa o gato muito estressado.

Como alguns bichanos podem ter complicações por deixar de comer e beber água, podemos dizer que necessitam de atendimento emergencial. Nesses casos, o gato estressado pode morrer.

Quais situações geram estresse em gato?

Os gatos são meticulosos com o ambiente em que vivem e em relação às pessoas com quem compartilham a vida. Sendo assim, mesmo uma mudança que para os seres humanos não tem importância pode ser um grande motivo de estresse para os peludos. Confira:

  • mudança de casa;
  • mudança de local de móveis da casa;
  • adquirir um móvel ou objeto novo;
  • visita de pessoas ou animais;
  • alterar o horário das atividades de rotina (tanto do gato quanto do tutor);
  • mau relacionamento com outro gato da casa;
  • se assustar com outros animais (que passeiam perto da sua casa);
  • barulhos altos e diversos;
  • não ter um local para ficar só quando desejar;
  • não ter uma rota de fuga quando se sentir ameaçado e se assustar;
  • punições verbais ou físicas.

Como posso reduzir o estresse do gato?

Alguns cuidados com o gato podem reduzir o nível de estresse. O principal — e se o bichano gostar — é oferecer muito carinho e amor. Tudo deve ser feito dentro do limite de aceitação do pet, ou ele ficará ainda mais estressado.

Se há outros gatos na casa, é importante verificar se o bichano não é impedido de usar a caixa de areia, comer e brincar pelos gatos. Então, ter vários comedouros, bebedouros e caixa de areia minimiza a ansiedade do gatinho em querer fazer suas necessidades e não conseguir.

Oferecer brinquedos, prateleiras (pois gatos gostam de ficar no alto), catnip, fechar cortinas (se ele se assusta com um objeto de fora), deixar a porta aberta (para que ele fuja de quem briga com ele) são medidas simples que podem ajudar.

Gato deitado.

O importante é reconhecer o que está causando o estresse e, então, corrigir. Muitas vezes, somente um médico-veterinário conseguirá interpretar a aflição do bichano. Agora que você sabe que o gato estressado pode morrer de complicações geradas pelo estresse, acesse nosso blog e confira as dicas de bem-estar para os gatos.

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terça-feira, 30 de maio de 2023

Gato com ferida no pescoço? Venha conhecer as principais causas!

Pais e mães de gatos são conhecidos por serem muito atentos ao comportamento e saúde de seus pets. Assim, ao notarem o gato com machucado no pescoço, certamente ficam preocupados.

Gato em colo de veterinário

Os motivos que deixam o gato com feridas no pescoço variam. Os machucados podem se curar sozinhos ou precisar de um diagnóstico mais apurado para serem tratados. Por isso, separamos uma pequena leitura para maior compreensão sobre o assunto. Confira!

As principais causas de lesões no pescoço do gato

As lesões no pescoço do felino podem ter várias origens. Por isso, é importante se atentar ao comportamento do pet, que pode indicar por que ele está machucado. A seguir, veja algumas das principais causas dessas lesões.

Brigas e brincadeiras

Sem dúvidas, essa é uma causa muito importante, principalmente entre aqueles bichanos que têm acesso à rua ou que não convivem bem com seus outros irmãos pets. Quando os gatos enfrentam alguma rivalidade, podem acabar brigando e se ferindo, e o pescoço é uma região fácil para levar mordidas ou arranhões.

A gravidade do machucado no pescoço do gato devido a brigas varia de acordo com o tamanho e a quantidade de ferimentos. Nesses casos, é sempre importante buscar ajuda de um médico-veterinário. A boca e as unhas dos bichanos são contaminadas por bactérias, e um machucado simples pode infeccionar.

Já as brincadeiras dos bichanos acontecem com leves mordidas e arranhões que, algumas vezes, podem acabar machucando. Geralmente, o gato com machucado no pescoço por brincadeiras se recupera sozinho, pois as lesões são superficiais.

Pulgas e carrapatos

As indesejáveis pulgas e o carrapato (embora este seja menos frequente nos gatos) podem causar muito incômodo em todo o corpo do animal. Assim, ao se esfregar e usar as patinhas para coçar, o bichano pode acabar se machucando, inclusive na região do pescoço.

Alergias

Assim como os seres humanos, esses peludos também podem sofrer com alergias. Esse tipo de doença é um problema genético, ou seja, passado dos pais para os filhotes. No caso dos gatos, as alergias são principalmente devido à picada de pulgas ou causadas por alimentos.

Ácaros

Os ácaros são os responsáveis por doenças conhecidas como sarnas. Existem sarnas que acometem as orelhas e os ouvidos, podendo se espalhar para o corpo. Ao tentar coçar a região, o pet acaba ferindo o pescoço.

Otite

O gato com machucado no pescoço pode estar sofrendo de otite, que é uma infecção nos ouvidos causada por ácaros, fungos ou bactérias. Mais uma vez, o bichano sente coceira, incômodo e, em alguns casos, dor. Ao tentar se aliviar desses sintomas, o pet acaba lesionando o pescoço.

Gato em local com grama

Fungos e bactérias

As lesões na pele dos gatinhos causadas por certos fungos ou bactérias geralmente são tidas como oportunistas, ou seja, se aproveitam de outra doença (de pele ou não) e se proliferam, levando a feridas.

Há um fungo que causa a dermatofitose, que não é oportunista, mas vive no ambiente. O pet a contrai quando entra em contato com um outro bichano contaminado ou objetos. Nesse caso, o fungo faz o pelo cair, e a região sem pelos pode ter feridinhas.

Como são essas feridas no pescoço?

As feridas do pescoço do gato variam. Se for por briga ou brincadeira, por exemplo, podemos observar um arranhão com crostas de sangue ou “buracos” causados pelos dentes de outro animal. Nesse caso, as lesões são bem visíveis.

Já um gato coçando muito o pescoço, independentemente da causa, pode ter queda de pelo na região, com crostas esbranquiçadas ou amareladas. Se houver sangramento, o sangue seco deixa as crostas avermelhadas. Também é possível observar pápulas (espinhas), e a pele avermelhada é indício de problema.

As doenças dermatológicas, especialmente as alérgicas, costumam ter um padrão de lesão chamado de dermatite miliar felina. Essa dermatite é identificada ao passar a mão entre os pelos do bichano, pois as feridas são mais fáceis de serem palpadas do que visualizadas, já que são bem pequenas.

É importante lembrar que a dermatite miliar em gatos não é um diagnóstico, e sim um sintoma. A causa dessas lesões deve ser sempre investigada pelo médico-veterinário.

Como é feito o tratamento da ferida no pescoço?

O tratamento do gato com machucado no pescoço varia de acordo com a causa. O diagnóstico deve ser sempre feito pelo médico-veterinário, que coletará informações sobre o histórico de vida do bichano, exame físico completo e demais exames necessários.

Para as doenças dermatológicas em geral, são feitas pesquisas de ácaros, bactérias e fungos na pele. As medicações variam de acordo com a causa apontada, mas o correto diagnóstico é fundamental para a recuperação do bichano. Já as alergias não têm cura, mas é possível controlar as crises de coceira e, consequentemente, as lesões. Para isso, é preferível ter o acompanhamento de um profissional especializado em dermatologia.

Quando o pet tem ferimentos por briga, geralmente são administrados antibióticos, anti-inflamatórios e medicação para controle da dor, além da limpeza das feridas e aplicação de pomadas. Nessas situações, é preciso estar atento a outras lesões mais graves, como fraturas e hemorragias internas.

Como prevenir as feridas?

Muitas vezes, acaba sendo inevitável que o pet se machuque. No entanto, algumas medidas, como telar a casa e não permitir que o pet saia à rua, evitam que ele entre em confusão e contraia doenças, pulgas e carrapatos. Manter o antipulgas em dia também é primordial para todos os animais.

Gato com coleira

O gato com machucado no pescoço é um problema recorrente, mas que felizmente pode ser prevenido. Corretamente diagnosticado e tratado, o felino ficará bem! Se precisar, conte com nossa equipe para cuidar do peludo!

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