quinta-feira, 23 de novembro de 2023

Viu o gato engasgado? Entenda o que isso pode ser

Algumas situações necessitam de uma rápida intervenção, como no caso do gato engasgado. Pode ser assustador notar que o bichano está com dificuldade de engolir ou, aparentemente, até de respirar, não é mesmo?

Gato deitado.

Pensando nisso, é importante o tutor estar preparado para um momento de emergência e prestar os primeiros-socorros até receber assistência do médico-veterinário, se houver necessidade. Confira neste texto as principais causas de engasgo e como desengasgar gato.

O que leva o gato a se engasgar

As pessoas geralmente se engasgam ao ingerir comida ou algum líquido. Isso também pode acontecer com o bichano, mas é uma situação mais rara. Os gatos são animais muito cuidadosos quando se alimentam, pois não comem qualquer coisa (como fazem os cães, por exemplo). Além disso, os felinos comem em pequenas porções.

Normalmente, o gatinho se engasga ao brincar com objetos inadequados ou outras peças aparentemente inofensivas, como bolinhas pequenas, itens que soltam pedaços, linhas de pesca e costura, barbante, novelos, etc.

Qualquer outro objeto que possa ficar preso na garganta é capaz de engasgar o bichano. Inclusive, para alguns tutores pode ser uma surpresa, mas é bastante frequente notar o gato engasgado com bola de pelo, como veremos a seguir.

Engasgo com bola de pelo: um problema comum

Como todos sabem, os gatos gostam muito de se lamber para fazer a própria higiene. Esse comportamento é natural, saudável e esperado. Durante o banho do gato, ele acaba engolindo muitos pelos, que precisam ser eliminados de alguma maneira.

Alguns desses pelos são degenerados ou saem nas fezes. O trajeto normal das bolas de pelo é prosseguirem pelo trato gastrointestinal e serem eliminadas nas fezes. A eliminação de bolas de pêlo no vômito pode indicar que algo está errado.

Isso pode acontecer por uma característica individual do pet em não conseguir eliminar ou porque ele está com queda excessiva dos fios. O último fator favorece o excesso de formação de bola de pelo no gato, então, ele pode ter mais dificuldade em vomitá-la.

Gato deitado na cama.

Sinais de que o gato está engasgado

O sintoma de gato engasgado é facilmente notado, e todo tutor precisa reconhecê-lo para buscar ajuda o quanto antes e fazer as primeiras intervenções. Confira quais são os principais indícios:

  • tentar vomitar repetidas vezes (mas não sair nada);
  • tossir;
  • ter falta de ar;
  • ficar com língua e gengiva arroxeadas (cianose);
  • salivar em excesso;
  • tentar beber muita água em um curto intervalo de tempo;
  • colocar a pata dentro da boca, como se tentasse tirar alguma coisa;
  • passar a pata no focinho;
  • esfregar a cabeça no chão ou na parede;
  • demonstrar apatia.

O gato engasgado não precisa apresentar todos os sintomas de uma só vez. Se notar qualquer comportamento alterado e, principalmente, falta de ar, é importante verificar imediatamente o que está acontecendo com o pet.

Como desengasgar o gato

Estar diante de um gato engasgado pode ser desesperador, mas é importante manter a calma para conseguir ajudar o bichano. Abrir a boca e verificar se há algum objeto na garganta obstruindo a passagem de ar pode ser a solução imediata para o problema.

Retirar o objeto com as mãos

Se for um objeto possível de ser retirado com as mãos, isso deve ser feito imediatamente. Não se recomenda puxar os objetos lineares, como os barbantes, pois eles podem ferir ainda mais o animal. Portanto, se ele estiver conseguindo respirar, leve-o ao médico-veterinário para remover o objeto.

Manobra de Heimlich

A manobra de Heimlich é muito usada em seres humanos e reproduzida em filmes e novelas quando alguém se engasga. Com o gato engasgado também é possível realizá-la da mesma maneira. Confira o passo a passo:

  1. Coloque o animal no colo, com as costas apoiadas contra a sua barriga;
  2. Mantenha a cabeça do bichano reta e as patas soltas (se possível, peça ajuda de alguém para segurar a cabeça);
  3. Passe as mãos abaixo dos braços do gato, como se o estivesse abraçando, e posicione as mãos no centro do peito (abaixo do osso esterno, no espaço “vazio” da barriga);
  4. Faça pressão na barriga, com movimentos rápidos, mas não com muita força. Repita algumas vezes;
  5. Procure um médico-veterinário

É possível evitar engasgos?

Para evitar que o bichano se engasgue, não permita que ele tenha acesso a objetos e brinquedos com linhas, ofereça alimentação destinada à espécie e guarde os objetos da casa aos quais ele possa ter acesso. Escovar os pelos auxilia na remoção dos fios mortos e, consequentemente, evita a formação de bolas de pelo.

Gato sentando no chão.

Um gato engasgado é uma situação mais frequente do que se pode imaginar. Agora você já sabe como ajudar o seu bichano nesse momento, mas nunca deixe de procurar ajuda profissional. Para mais orientações sobre primeiros-socorros, acesse nosso blog.

O post Viu o gato engasgado? Entenda o que isso pode ser apareceu primeiro em Blog Seres.



quarta-feira, 22 de novembro de 2023

Gato estressado pode morrer? Conheça os riscos desse mal-estar

O estresse se tornou um estado emocional quase constante na vida das pessoas. Com os animais também vêm ocorrendo alterações de comportamento, até mesmo psicológicas. Afinal, os pets sofrem de diversos distúrbios emocionais que trazem consequências, e há quem diga que o gato estressado pode morrer.

Gato em colo de veterinário

Não há dúvidas de que qualquer mudança que afete as emoções do bichano pode deixá-lo debilitado, mas não podemos afirmar que o gato estressado pode morrer somente pelo estresse em si, mas pode ter consequências graves devido ao estresse sofrido. Confira o texto abaixo para esclarecermos de uma vez!

O que é o estresse nos gatos?

Todos nós, inclusive os pets, podemos passar por situações de estresse, como levar um susto com barulho ou com alguém chegando. Esse é um estresse momentâneo, que não há como evitar e não prejudica a saúde.

No entanto, há aquelas situações em que estresse, medo ou ansiedade são constantes. O estresse felino é a condição, seja ela qual for, que altera o bem-estar do gato, fazendo com que ele não se sinta bem onde vive, onde come, onde dorme, etc.

Com a liberação de hormônios do estresse na corrente sanguínea diariamente, o pet tende a adoecer não só emocionalmente, mas com sintomas físicos. Assim, o gato estressado pode morrer se esses sinais não forem tratados. Pico de estresse como contenção inadequada no veterinário, por exemplo, podem levar a descarga adrenérgica e matar o animal.

É possível saber se meu gato está estressado?

Alguns tutores conseguem perceber o gato estressado somente com o olhar, quando notam que o bichano está com o olhinho ou um comportamento um pouco estranho. Porém, não se preocupe se não é um desses tutores, pois essa situação é bastante rara.

Ainda que tenhamos a ideia de estresse muito atrelada ao ser humano, com reações impulsivas e nervosas, nos bichanos, não é necessariamente assim. Ainda que alguns animais possam brigar e morder seus tutores e outros animais, a maioria dos gatos manifesta seu estresse com outros comportamentos.

Para conseguir avaliar se o pet está estressado, fique atento à postura corporal. Orelhas rente à cabeça, pupilas sempre dilatadas, tentar se esconder, dormir muito e sempre fugir são atitudes que indicam que o gatinho está com algum problema. Confira os principais sinais de um pet estressado.

Gato sentando olhando para a foto.

Quais são os principais sinais de que o gato está estressado?

Os gatos são bastante meticulosos, limpinhos e gostam de seguir sua rotina diária calmamente. Algumas mudanças no comportamento e no físico, mesmo que sutis, já são indicativos de que um bichano está em uma situação desconfortável, que pode deixar o gato doente, como as seguintes:

  • urinar fora da caixa da areia;
  • ter fezes amolecidas ou diarreia;
  • apresentar vômito esporádico;
  • miar de forma prolongada;
  • ter queda de pelo excessiva;
  • se lamber excessivamente e compulsivamente (especialmente uma região específica do corpo);
  • ter inflamação da bexiga;
  • deixar de comer e beber água;
  • apresentar agressividade;
  • aparentar tristeza.

Quais são as consequências do estresse em gatos?

A maioria dos gatos apresentará ao menos um sintoma de estresse ao longo de sua vida, mas se a causa do estresse for removida, tudo volta ao normal. O grande problema são aqueles animais que estão em uma situação perigosa, o que deixa o gato muito estressado.

Como alguns bichanos podem ter complicações por deixar de comer e beber água, podemos dizer que necessitam de atendimento emergencial. Nesses casos, o gato estressado pode morrer.

Quais situações geram estresse em gato?

Os gatos são meticulosos com o ambiente em que vivem e em relação às pessoas com quem compartilham a vida. Sendo assim, mesmo uma mudança que para os seres humanos não tem importância pode ser um grande motivo de estresse para os peludos. Confira:

  • mudança de casa;
  • mudança de local de móveis da casa;
  • adquirir um móvel ou objeto novo;
  • visita de pessoas ou animais;
  • alterar o horário das atividades de rotina (tanto do gato quanto do tutor);
  • mau relacionamento com outro gato da casa;
  • se assustar com outros animais (que passeiam perto da sua casa);
  • barulhos altos e diversos;
  • não ter um local para ficar só quando desejar;
  • não ter uma rota de fuga quando se sentir ameaçado e se assustar;
  • punições verbais ou físicas.

Como posso reduzir o estresse do gato?

Alguns cuidados com o gato podem reduzir o nível de estresse. O principal — e se o bichano gostar — é oferecer muito carinho e amor. Tudo deve ser feito dentro do limite de aceitação do pet, ou ele ficará ainda mais estressado.

Se há outros gatos na casa, é importante verificar se o bichano não é impedido de usar a caixa de areia, comer e brincar pelos gatos. Então, ter vários comedouros, bebedouros e caixa de areia minimiza a ansiedade do gatinho em querer fazer suas necessidades e não conseguir.

Oferecer brinquedos, prateleiras (pois gatos gostam de ficar no alto), catnip, fechar cortinas (se ele se assusta com um objeto de fora), deixar a porta aberta (para que ele fuja de quem briga com ele) são medidas simples que podem ajudar.

Gato deitado.

O importante é reconhecer o que está causando o estresse e, então, corrigir. Muitas vezes, somente um médico-veterinário conseguirá interpretar a aflição do bichano. Agora que você sabe que o gato estressado pode morrer de complicações geradas pelo estresse, acesse nosso blog e confira as dicas de bem-estar para os gatos.

O post Gato estressado pode morrer? Conheça os riscos desse mal-estar apareceu primeiro em Blog Seres.



terça-feira, 30 de maio de 2023

Gato com ferida no pescoço? Venha conhecer as principais causas!

Pais e mães de gatos são conhecidos por serem muito atentos ao comportamento e saúde de seus pets. Assim, ao notarem o gato com machucado no pescoço, certamente ficam preocupados.

Gato em colo de veterinário

Os motivos que deixam o gato com feridas no pescoço variam. Os machucados podem se curar sozinhos ou precisar de um diagnóstico mais apurado para serem tratados. Por isso, separamos uma pequena leitura para maior compreensão sobre o assunto. Confira!

As principais causas de lesões no pescoço do gato

As lesões no pescoço do felino podem ter várias origens. Por isso, é importante se atentar ao comportamento do pet, que pode indicar por que ele está machucado. A seguir, veja algumas das principais causas dessas lesões.

Brigas e brincadeiras

Sem dúvidas, essa é uma causa muito importante, principalmente entre aqueles bichanos que têm acesso à rua ou que não convivem bem com seus outros irmãos pets. Quando os gatos enfrentam alguma rivalidade, podem acabar brigando e se ferindo, e o pescoço é uma região fácil para levar mordidas ou arranhões.

A gravidade do machucado no pescoço do gato devido a brigas varia de acordo com o tamanho e a quantidade de ferimentos. Nesses casos, é sempre importante buscar ajuda de um médico-veterinário. A boca e as unhas dos bichanos são contaminadas por bactérias, e um machucado simples pode infeccionar.

Já as brincadeiras dos bichanos acontecem com leves mordidas e arranhões que, algumas vezes, podem acabar machucando. Geralmente, o gato com machucado no pescoço por brincadeiras se recupera sozinho, pois as lesões são superficiais.

Pulgas e carrapatos

As indesejáveis pulgas e o carrapato (embora este seja menos frequente nos gatos) podem causar muito incômodo em todo o corpo do animal. Assim, ao se esfregar e usar as patinhas para coçar, o bichano pode acabar se machucando, inclusive na região do pescoço.

Alergias

Assim como os seres humanos, esses peludos também podem sofrer com alergias. Esse tipo de doença é um problema genético, ou seja, passado dos pais para os filhotes. No caso dos gatos, as alergias são principalmente devido à picada de pulgas ou causadas por alimentos.

Ácaros

Os ácaros são os responsáveis por doenças conhecidas como sarnas. Existem sarnas que acometem as orelhas e os ouvidos, podendo se espalhar para o corpo. Ao tentar coçar a região, o pet acaba ferindo o pescoço.

Otite

O gato com machucado no pescoço pode estar sofrendo de otite, que é uma infecção nos ouvidos causada por ácaros, fungos ou bactérias. Mais uma vez, o bichano sente coceira, incômodo e, em alguns casos, dor. Ao tentar se aliviar desses sintomas, o pet acaba lesionando o pescoço.

Gato em local com grama

Fungos e bactérias

As lesões na pele dos gatinhos causadas por certos fungos ou bactérias geralmente são tidas como oportunistas, ou seja, se aproveitam de outra doença (de pele ou não) e se proliferam, levando a feridas.

Há um fungo que causa a dermatofitose, que não é oportunista, mas vive no ambiente. O pet a contrai quando entra em contato com um outro bichano contaminado ou objetos. Nesse caso, o fungo faz o pelo cair, e a região sem pelos pode ter feridinhas.

Como são essas feridas no pescoço?

As feridas do pescoço do gato variam. Se for por briga ou brincadeira, por exemplo, podemos observar um arranhão com crostas de sangue ou “buracos” causados pelos dentes de outro animal. Nesse caso, as lesões são bem visíveis.

Já um gato coçando muito o pescoço, independentemente da causa, pode ter queda de pelo na região, com crostas esbranquiçadas ou amareladas. Se houver sangramento, o sangue seco deixa as crostas avermelhadas. Também é possível observar pápulas (espinhas), e a pele avermelhada é indício de problema.

As doenças dermatológicas, especialmente as alérgicas, costumam ter um padrão de lesão chamado de dermatite miliar felina. Essa dermatite é identificada ao passar a mão entre os pelos do bichano, pois as feridas são mais fáceis de serem palpadas do que visualizadas, já que são bem pequenas.

É importante lembrar que a dermatite miliar em gatos não é um diagnóstico, e sim um sintoma. A causa dessas lesões deve ser sempre investigada pelo médico-veterinário.

Como é feito o tratamento da ferida no pescoço?

O tratamento do gato com machucado no pescoço varia de acordo com a causa. O diagnóstico deve ser sempre feito pelo médico-veterinário, que coletará informações sobre o histórico de vida do bichano, exame físico completo e demais exames necessários.

Para as doenças dermatológicas em geral, são feitas pesquisas de ácaros, bactérias e fungos na pele. As medicações variam de acordo com a causa apontada, mas o correto diagnóstico é fundamental para a recuperação do bichano. Já as alergias não têm cura, mas é possível controlar as crises de coceira e, consequentemente, as lesões. Para isso, é preferível ter o acompanhamento de um profissional especializado em dermatologia.

Quando o pet tem ferimentos por briga, geralmente são administrados antibióticos, anti-inflamatórios e medicação para controle da dor, além da limpeza das feridas e aplicação de pomadas. Nessas situações, é preciso estar atento a outras lesões mais graves, como fraturas e hemorragias internas.

Como prevenir as feridas?

Muitas vezes, acaba sendo inevitável que o pet se machuque. No entanto, algumas medidas, como telar a casa e não permitir que o pet saia à rua, evitam que ele entre em confusão e contraia doenças, pulgas e carrapatos. Manter o antipulgas em dia também é primordial para todos os animais.

Gato com coleira

O gato com machucado no pescoço é um problema recorrente, mas que felizmente pode ser prevenido. Corretamente diagnosticado e tratado, o felino ficará bem! Se precisar, conte com nossa equipe para cuidar do peludo!

O post Gato com ferida no pescoço? Venha conhecer as principais causas! apareceu primeiro em Blog Seres.



segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

Piolho de gato: saiba tudo sobre esse bichinho!

O piolho de gato causa muita coceira no bichano e pode se tornar um verdadeiro transtorno para o pet, tamanha a coceira que provoca! Por isso, se você encontrar esse parasita no gatinho, precisa cuidar dele o quanto antes.

piolho de gato

O piolho do gato

Como é o piolho de gato? Ele é um ácaro que parasita os felinos externamente. A infestação por piolhos se chama pediculose, e o ácaro dos gatos é o Felicola subrostratus. Esses parasitas podem ser classificados como sugadores (de sangue) ou mastigadores (de descamações da pele).

O piolho do gato é classificado como mastigador. Se você está em dúvida se piolho de gato pega em humano, fique tranquilo, pois ele não passa para o homem ou para outros animais.

Um piolho raro

Embora a maioria dos casos de pediculose em gatos seja causada pelo Felicola subrostratus, existe ainda outro ácaro mais raro que pode acometer os gatos: o Lynxacarus radovskyi.

Pouco se sabe sobre esse parasita. Ele também é mastigador e provavelmente vive sua vida toda no pelo dos bichanos. Assim como o Felicola subrostratus, é específico do gato, mas há um relato de infestação em cães.

Como é a infestação?

A pediculose ocorre, na maioria das vezes, em gatos negligenciados ou desnutridos. No entanto, já foram relatados casos de piolho de gato em animais imunossuprimidos por outras doenças.

Os gatos de pelos longos sofrem mais do que os gatos de pelos curtos, uma vez que na pelagem comprida os piolhos podem ficar mais profundamente escondidos. Assim, poucos são alcançados pelos banhos de língua dos bichanos.

São ácaros que preferem parasitar a cabeça e o dorso dos bichanos, mas, nas infestações maciças, são vistos por todo o corpo. Eles se proliferam rapidamente nos hospedeiros e até podem cair no ambiente, mas não conseguem sobreviver por muito tempo nessa condição. Ainda bem!

O ciclo de vida do piolho de gato é de metamorfose incompleta e passa pelas fases de ovo (lêndea), larvas de 1º, 2º e 3º estágios e adultos (machos e fêmeas). São facilmente visualizados a olho nu na pelagem do bichano.

piolho de gato

Transmissão

A transmissão acontece de forma direta, pelo contato com um gato infestado. Sendo ácaros que não são saltadores, o contato precisa ser prolongado. Também é possível que a transmissão seja feita por objetos como:

  • escovas;
  • pentes;
  • cama;
  • travesseiros;
  • brinquedos;
  • cobertor.

Sinais clínicos

Agora que você já sabe que gato tem piolho, como descobrir se o bichano está com eles? Na verdade, isso é relativamente simples. Além de visualizar o bichinho passeando no pelo do gatinho, o tutor pode perceber:

  • coceira intensa;
  • queda de pelo;
  • feridas na pele;
  • lêndeas;
  • mudança de comportamento;
  • vermelhidão na pele, em alguns casos decorrente da alergia desencadeada pelo ácaro;
  • emagrecimento.

Além disso, quando o piolho em gatos está presente, há chance de ele ter dermatite secundária, como, por exemplo, a causada por bactérias. Quando isso acontece, a queda de pelo pode se intensificar, e o tutor poderá notar falhas na pelagem.

Os gatos de pelagem longa podem apresentar distúrbios gastrointestinais pela excessiva ingestão de pelos, que podem causar obstrução intestinal devido aos tricobezoares (bolas de pelo compactadas).

Por outro lado, também há casos nos quais os animais estão parasitados, mas não desenvolvem outros sinais clínicos. Por isso, é bom que o tutor faça uma inspeção na pelagem do pet sempre que for acariciá-lo.

Tratamento

E agora, como cuidar de gato com piolho? Se você notar que o seu bichinho está parasitado, é preciso levá-lo ao médico-veterinário. O profissional vai avaliar as condições do pet e se há ou não infecção bacteriana secundária.

Principais remédios

No geral, o remédio para piolho de gato de escolha é o pour on (aplicado na nuca). Ele pode ser administrado mensalmente, para evitar a reinfestação. Há também medicações em spray, que podem ser indicadas tanto para borrifar no bichinho quanto para passar na caminha. Se o pet apresentar uma infecção bacteriana secundária, a administração de antibiótico pode ser adotada.

Por fim, muitas vezes, a suplementação nutricional por meio da administração de polivitamínicos também é prescrita pelo médico-veterinário.

Há ainda casos nos quais o bichinho se coça tanto por causa do piolho do gato que acaba se ferindo. Quando isso acontece, um creme cicatrizante pode ser usado no local, mas só em gatinhos que permitem isso. Caso contrário, os pets irão se lamber para tirar o creme, piorando o quadro.

Prevenção da pediculose

Os piolhos são atraídos por locais de higiene precária. Sendo assim, mantenha os ambientes que o gatinho frequenta sempre bem limpinhos. Outra forma de prevenção dessa e de outras doenças muito graves, como a Fiv e a Felv, é não deixar o bichano ter acesso livre à rua.

Como dissemos, a pediculose pode ocorrer em gatos debilitados. Dessa forma, manter uma alimentação saudável e um ambiente livre de estresse para o bichano acaba prevenindo indiretamente a enfermidade.

piolho de gato

Embora raro, o piolho de gato pode parasitar o bichano e afetar seu bem-estar e sua qualidade de vida. Não sabe se o gatinho está parasitado? Então, agende uma consulta com os especialistas em felinos do Hospital Veterinário Seres!

O post Piolho de gato: saiba tudo sobre esse bichinho! apareceu primeiro em Blog Seres.



sábado, 28 de janeiro de 2023

Gato polidáctilo: o que o tutor deve saber?

A polidactilia é uma condição em que o animal apresenta um ou mais dedos além do normal. O gato polidáctilo tem mais dedinhos em suas patas. Trata-se de uma alteração física congênita herdada dos pais..

Gato deitado.

Apelidos dos gatos polidáctilos

Esses gatinhos também são chamados de gatos de Hemingway, gatos de luva, gatos de polegar, gatos de seis dedos, gatos com luvas de boxe e gatos de pés de raquete de neve.

O dedinho extra na pata de gato comumente é um tecido mole e sem conexão com o corpo (não tem ossos ou articulações). Às vezes tem ossos, mas não tem articulações; outras vezes é completo, com coxim e totalmente funcional.

A genética por trás da polidactilia

O aumento do número de dedinhos nos gatos está relacionado a uma mutação em um gene dominante que determina o número de dedos das mãos (patinha da frente) ou dos pés (pata traseira do gato). É considerada a mutação genética mais comum nos felinos.

As patinhas da frente costumam ser mais afetadas do que as de trás. Quando o dedo extra se parece com um polegar, temos a impressão de que o gato está usando uma luvinha de dois dedos, o que fica uma fofura no pet.

É extremamente raro o gato polidáctilo ter a polidactilia em todos os membros, mas há dois registros no Guinness Book: Jake, um gato canadense, e Paws, norte-americano, tinham 28 dedos, sendo sete dedinhos em cada pata!

Problemas relacionados à polidactilia

Geralmente, o gato polidáctilo não tem problemas de saúde, mas é preciso investigar se a polidactilia não está associada à hipoplasia radial, que é quando o osso rádio cresce menos do que a ulna, deixando o braço do animal deformado.

Também é preciso ficar atento às unhas do gato com polidactilia, quando os dedos extras nascem no lugar dos polegares, uma vez que essas unhas dificilmente são gastas e afiadas, podendo crescer a ponto de machucar o bichano.

Além disso, podem enroscar em cobertores, cortinas ou outros tecidos e ser arrancadas total ou parcialmente, o que causa bastante dor e sangramento. Nesse caso, procure auxílio veterinário para seu gatinho.

O recomendado é que o tutor espalhe arranhadores pelo espaço em que o gato vive para que ele faça o desgaste natural de suas garras. Mesmo assim, às vezes é preciso cortar essas unhas.

Gato deitado.

Corte das unhas do gato

Para cortar as unhas do gato é necessário conhecer a anatomia delas, pois dentro existe um vaso que, caso a unha seja cortada muito profundamente, pode sangrar, doer e traumatizar o peludo.

Para que o tutor faça esse procedimento em casa, é recomendado que o realize em um ambiente com bastante luz ou com o auxílio de uma lanterna, para visualizar esse vaso e evitar acertá-lo.

Como as garras da maioria dos felinos são retráteis, para cortar as unhas do gato doméstico é preciso apertar os dedinhos dele, expondo as unhas e garantindo sua completa visualização.

Esqueci de cortar a unha do dedinho extra e ela entrou no coxim, o que eu faço?

Essa situação é bem comum e causa bastante dor e incômodo no animal. O ideal é levá-lo ao médico-veterinário para que ele faça o corte da unha e o tratamento da ferida.

No entanto, caso o tutor tenha experiência em cortar a unha do pet, ele pode fazer esse procedimento em casa. Se a unha estiver presa no coxim, será preciso puxá-la após o corte. Depois disso, lave bem a ferida com água e sabão até sua completa cicatrização.

Para evitar que isso aconteça, mantenha uma rotina de corte de unhas das patas do gato. As unhas das patas da frente devem ser cortadas geralmente a cada 15 dias, já as unhas das patas de trás podem ser cortadas a cada 20 ou 25 dias.

Raça reconhecida

Por causa desse amor ao gato polidáctilo, a raça Polidáctilo Americano é reconhecida no país. Como se trata de uma herança genética, os filhotes de pais com essa característica têm 50% de chance de também tê-la, sempre com uma fofura a mais!

Curiosidades sobre o gato com polidactilia

O escritor norte-americano Ernest Hemingway ganhou de presente uma gatinha polidáctila de um amigo. Ele a batizou de Branca de Neve. Atualmente, existem mais de 50 gatos descendentes da Branca de Neve no museu dedicado ao escritor e santuário desses gatinhos.

Algumas culturas consideram os gatos de seis dedos amuletos da sorte. Por isso, os marinheiros costumavam ter gatos com essa característica nos navios para ter uma viagem segura e os chamavam de “gatos ciganos”.

A raça Maine Coon, conhecida como o gato gigante, é bastante famosa por apresentar essa alteração genética felina. Felinos dessa raça possuem 40% mais chance de serem polidáctilos do que os outros gatos.

A explicação mais aceita é que esses dedos extras proporcionavam maior chance de sobrevivência em ambientes com neve, por isso, foi passada de geração em geração na raça.

Gato deitado olhando para o lado.

Acredite, ter um bichano em casa já é sinal de sorte. Um gato polidáctilo então é sorte dobrada! Já conhece o Hospital Veterinário Seres? Nós temos especialistas em felinos prontos para atender o bichano, agende uma consulta!

O post Gato polidáctilo: o que o tutor deve saber? apareceu primeiro em Blog Seres.



sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Alimentação do gato: o segredo da longevidade!

Fornecer a melhor dieta possível para seu felino é a maior contribuição para sua saúde e gesto de amor que o tutor pode oferecer ao seu bigodudo. Sendo assim, saber os detalhes da alimentação do gato só tem a favorecer a manutenção de uma excelente qualidade de vida ao bichano!

Gato deitado.

Gatos são carnívoros estritos, ou seja, a sua dieta deve ter uma proporção maior de proteínas em relação aos outros nutrientes para que seu metabolismo e sistemas vitais funcionem corretamente.

Proteínas são fundamentais para os gatos

As proteínas atuam na formação de todas as células, neurotransmissores, hormônios, tecidos musculares e órgãos, ou seja, em toda parte do corpo do gato esse macronutriente precisa estar presente para seu bom funcionamento.

Os felinos ainda conservam a maioria das características de vida selvagem, por consequência, isso se reflete na sua exigência nutricional. A proteína deve ser fonte de 62,5 gramas /1000 kcal e 22,5g de gordura por 1000 kcal de alimento.

Com toda essa exigência, a exigência diária de proteína para gatos é cerca de duas a três vezes maior que a do cachorro. De forma diferente à do cão, os gatos precisam receber a taurina, um aminoácido essencial para a espécie por meio da dieta.

A taurina não pode faltar no cardápio do gato!

Esse aminoácido está presente nas proteínas de origem animal ou pode ser fabricado de forma sintética e adicionado à alimentação do gato. De uma forma ou de outra, não pode faltar em seu cardápio, pois mantém o coração e a visão saudáveis.

Ração vegana para gatos: a visão de especialistas

O Centro de Pesquisas em Nutrologia de Cães e Gatos, um grupo brasileiro de pesquisadores da nutrição de pets, analisou a única ração vegana à venda no Brasil e constatou a insuficiência de diversos nutrientes, como potássio, ácido araquidônico, selênio e arginina, outro aminoácido essencial para o gato.

Também foi observado o excesso de zinco e cobre e inadequação na proporção entre o cálcio e o fósforo, o que corrobora com estudos de outros países. Sendo assim, a conclusão é que ainda não existe uma ração vegana segura para os felinos.

Gato deitado com a língua de fora.

Alimentação natural para gatos

A comida natural para gatos nada mais é do que a comida feita em casa. Apesar do nome, essa dieta também precisa da suplementação de macro e micronutrientes essenciais para os felinos.

Uma grande vantagem da alimentação natural é que ela é individualizada, ou seja, o cardápio é feito para que o gato receba exatamente o que precisa. Por isso, ela deve ser prescrita por veterinários e nunca baseada em fórmulas encontradas na internet.

Alimentos além da ração

O que gatos podem comer além de ração? A resposta a essa pergunta é muito importante para o tutor que quer oferecer a alimentação natural para o bigodudo e não errar nos ingredientes, veja alguns exemplos:

  • todas as carnes (bovina, suína e de frango e peixe são as mais comuns e fáceis de encontrar – cuidado com o fornecimento de alimentos crus);
  • verduras;
  • temperos (alguns gatos não gostam do alecrim e o orégano e a cebola — e todos de sua família — são proibidos);
  • ovo cozido;
  • legumes (exceto batatas cruas);
  • frutas sem sementes (as cítricas, uvas e o abacate são proibidos).

Ração seca e úmida

As rações secas e as úmidas ainda são as formas de alimentação do gato mais comuns para os felinos, dada à sua praticidade de armazenamento e fornecimento. Isso porque basta abrir a embalagem e servir ao animal, embora a maioria deles ainda prefira a ração úmida aquecida.

A vantagem da ração úmida na alimentação é que ela fornece uma quantidade maior de água do que a seca, o que é bom para os felinos, principalmente para aqueles que não gostam muito de beber água. A desvantagem é que ela ainda é proporcionalmente mais cara do que a seca.

Como alimentar o gato

Após o desmame, os gatos deixam de tomar o leite da mamãe gatinha, mas ainda irão manter a rotina alimentar de comer várias vezes ao dia ao longo de suas vidas. É um hábito do gato comer pequenas porções de 10 a 16 vezes ao dia.

Para alguns tutores, essa modalidade é difícil de realizar, uma vez que saem de suas casas para fazer as tarefas diárias. Uma saída seria oferecer a comida duas vezes ao dia, em um intervalo de 8 a 10 horas, tendo ciência de que esse método não é o melhor para os felinos.

Uma alternativa excelente é utilizar os comedouros automáticos para a alimentação do gato, em que o tutor programa a quantidade e o tempo em que a ração será liberada ao longo do dia, o que satisfaz o hábito alimentar do bigodudo.

Etapas da vida do gato

Os filhotes têm um requerimento nutricional diferente dos adultos e idosos. Por isso, fornecer a alimentação adequada para cada fase da vida do pet é muito importante. A troca da alimentação de filhote para a de adulto é por volta dos 12 meses de vida, já a de adulto para idoso é a partir dos 10 anos.

Gato atrás da mesa olhando para a foto.

Entendeu a importância da alimentação do gato ser acompanhada por um médico-veterinário? Se estiver pensando em fazer um cardápio personalizado para seu bichano, procure os especialistas em nutrição do Centro Veterinário Seres, onde ele será atendido com muito amor!

O post Alimentação do gato: o segredo da longevidade! apareceu primeiro em Blog Seres.



quarta-feira, 7 de dezembro de 2022

Conheça os benefícios que a clorofila para gato oferece

Você já deve ter observado que muitos gatinhos gostam de comer plantas. Esse é um hábito que pode trazer muitos benefícios para a saúde do pet, afinal, algumas substâncias encontradas nos vegetais, como a clorofila para gatos, possuem efeitos que nem imaginamos. Vamos, então, descobrir quais são!

Gato deitado.

Afinal, o que é clorofila?

A definição mais conhecida quando perguntamos o que é clorofila se resume a um pigmento nas plantas. Assim, ela é responsável por deixar a vegetação bem verdinha. Apesar de essa já ser uma função interessante, dando beleza aos caules e folhas, os benefícios da clorofila para gatos vão além disso.

A clorofila também faz a fotossíntese, processo onde ocorre absorção da luz solar, água e carbono, permitindo que a planta produza energia — seu próprio alimento. Nesse processo, a planta devolve ao meio ambiente oxigênio, água e glicose, melhorando a qualidade do ar.

Benefícios da clorofila

A clorofila é semelhante à hemoglobina presente no sangue dos animais, cuja função é transportar oxigênio para todo corpo. A principal — mas não única! — diferença entre elas é que a hemoglobina está associada ao ferro, e a clorofila, ao magnésio.

As plantas também são fontes de vitaminas A e D, minerais, ácido fólico e vitaminas do complexo B que ajudam na produção de hemoglobina. Dessa forma, a clorofila para gatos auxilia na manutenção da saúde do bichano.

Por isso, os benefícios da clorofila são diversos, mas principalmente a desintoxicação agindo contra radicais livres (moléculas originárias de processos biológicos que causam dano às células do organismo. Ela também auxilia na digestão por ser rica em fibras.

Outros benefícios da clorofila para gatos incluem melhora da imunidade, desintoxicação do fígado e combate ao estresse, pois o bichano pode se distrair enquanto come as plantas.

Tipos de plantas

Já vimos que oferecer plantas para o gato comer pode ser muito interessante, mas nem todas são indicadas para isso. Algumas plantas podem ser cultivadas em casa, outras, adquiridas no mercado pet. A seguir, falaremos um pouco mais sobre a melhor forma de oferecer clorofila para gatos de forma segura.

Grama-de-gato

A grama-de-gato é uma das plantinhas mais conhecidas entre os tutores desse bichano. Além de ser fácil de cuidar, ela traz muitos benefícios digestivos. Também tem vantagens comportamentais, mantendo o gato entretido.

Normalmente, a grama-de-gato é cultivada a partir de semente de milho, cevada, aveia, centeio e alpiste. A semente de milho é a mais comum e com maior acesso, por isso, a preferida entre os tutores, além de ter um ótimo custo-benefício. Vale ressaltar que o milho utilizado não pode ser o da pipoca de micro-ondas.

Catnip

A catnip, mais conhecida como erva do gato ou erva gateira, também pode ser ingerida e oferecer um pouco de clorofila para gatos. No entanto, sua principal função é comportamental.

Essa planta é comumente utilizada com arranhadores e brinquedos, para que seu cheiro seja inalado e estimule os instintos naturais do felino. Ela deixa a maioria dos bichano mais alegre, correndo e se divertindo, gastando sua energia.

Gato sentando olhando para a foto.

Cultivo das plantas

As formas como plantar clorofila para gatos são bem simples. Após escolher qual tipo de planta quer oferecer ao bichano, é possível semear a semente ou plantar uma muda já adquirida pronta. Todas as sementes seguem basicamente o mesmo padrão de plantio.

Escolha um vaso de acordo com a quantidade que deseja plantar e o substrato para o plantio, que pode ser uma terra de boa qualidade. Se houver um espaço com jardim, a grama pode ser plantada diretamente no solo.

Os cuidados da grama são comuns a todas as plantas. É necessário regar e manter a terra sempre úmida, oferecer luz solar, cortar quando necessário e observar a presença de pragas que podem destruí-las.

Como oferecer

A grama e clorofila para gatos é muito segura e pode ficar disponível para o gato sempre que ele sentir necessidade de comê-la. Caso você observe que o bichano está comendo em excesso, é importante contar com a ajuda do médico-veterinário para excluir indisposições e enfermidades, principalmente as digestivas.

Plantas tóxicas

Neste texto, vimos muitas variedades de clorofila para gatos que podem ser oferecidas sem colocar a vida do pet em risco. Normalmente, os gatos sabem quais plantas podem ingerir, identificando as que são tóxicas. Porém, todo cuidado é pouco quando se trata da segurança do nosso amigo.

Se possível, é importante evitar ter em casa plantas que causam intoxicação, caso o gato venha a comê-las. Exemplos de plantas tóxicas são: copo-de-leite, espada-de-são-jorge, violeta, lírio, azaleia, comigo-ninguém-pode, tulipa bico-de-papagaio, dama-da-noite, hortênsia, entre outras.

Gato com a boca aberta olhando para a foto.

Agora que você sabe todos os benefícios que a clorofila para gatos pode oferecer ao seu amigo, basta escolher se vai plantar ou já adquirir uma planta pronta para consumo. Certamente seu amigo de quatro patas se sentirá mais feliz com esse novo hábito. Acesse nosso blog e tenha mais informações a respeito do seu pet!

O post Conheça os benefícios que a clorofila para gato oferece apareceu primeiro em Blog Seres.



O que fazer em caso de mordida de cachorro em gato

Embora haja muitas histórias lindas de amizade entre cães e gatos, a grande maioria desses pets não se dá tão bem assim. Essa rivalidade tão...