sexta-feira, 2 de dezembro de 2022

O que fazer com o gato com imunidade baixa?

Todos nós, em algum momento da vida, já nos deparamos com alguns questionamentos a respeito de imunidade, tanto das pessoas quanto dos animais. Os gatos são animais muito fortes e resistentes, mas o gato com imunidade baixa pode acabar ficando doente com mais frequência.

Gato deitado.

Algumas doenças não são fáceis de prevenir, portanto, mesmo que o animal esteja com as vacinas em dia, podem prejudicar a saúde do gato. Pensando nisso, é importante que o bichano tenha uma imunidade muito boa. Continue a leitura para mais esclarecimentos.

O que é imunidade?

A imunidade, ou sistema imunológico, é responsável por evitar que o gato fique doente ou com infecções, sejam elas causadas por fungos, vírus, bactérias ou protozoários. É um sistema de defesa e proteção imediata contra esses agentes infecciosos que entram no organismo do animal.

O sistema imunológico é composto por diversas células, chamadas de glóbulos brancos, que destroem e eliminam esses agentes infecciosos de forma exemplar. Se, de alguma forma, esse sistema de defesa for ineficaz, consideramos que o gato está com a imunidade baixa, correndo o risco de contrair infecções.

O que causa baixa imunidade?

A imunidade baixa em gatos acontece devido a fatores ambientais, fisiológicos (do próprio organismo) ou por falta de uma alimentação adequada e cuidados necessários para manter a saúde do pet em dia. A seguir, listamos alguns desses fatores.

Estresse

Os gatos são animais sensíveis a alterações que se referem à sua rotina e ao ambiente onde vivem. Se houver qualquer causa de estresse nesses bichanos, há liberação do hormônio do estresse (cortisol), que pode deixar o gato com imunidade baixa.

Alimentação inadequada

A alimentação balanceada é fonte de vitaminas, proteínas e sais minerais necessários para a saúde geral do pet. Se o gato não ingere a quantidade de alimento necessário ou a comida é de baixa qualidade, pode ficar desnutrido e com imunidade baixa.

A alimentação felina deve ser sempre oferecida de acordo com a idade do animal (filhote, adulto ou idoso), ou de acordo com alguma enfermidade concomitante. As diferentes fases da vida requerem nutrientes distintos.

Verminoses

Os felinos, principalmente os de vida livre, podem entrar em contato com água, comida, fezes de outros animais contaminados. Assim, acabam tendo verminoses que deixam gato com imunidade baixa.

Animais jovens

Os gatos filhotes ainda têm a imunidade comprometida, pois suas células de defesa estão amadurecendo. Por isso, não devem ter contato com outros animais e acesso à rua até que completem o protocolo vacinal.

Animais idosos

A idade avançada deixa o gato com imunidade baixa de forma progressiva e natural. Com o passar do tempo, os glóbulos brancos ficam menos ativos e perdem a capacidade de destruir os agentes infecciosos. Consequentemente, o bichano fica mais propenso a ter doenças.

Gestação

As gatas prenhes também sofrem com a queda da imunidade. É um momento que exige intensamente de todo o organismo. As reservas nutricionais serão destinadas à formação dos filhotes, podendo deixar a gata debilitada.

FIV e FeVL

Os vírus da imunodeficiência felina (FIV) e o vírus da leucemia felina (FeLV) são as doenças virais. Eles apresentam diversas formas de provocar sintomas graves nos felinos.

Gato deitado.

Como saber se o gato está com imunidade baixa?

O gato com imunidade baixa pode apresentar sintomas inespecíficos ou ser assintomático. Porém, se você notar um gato mais apático, com mucosas pálidas e sem energia, pode ser indício de algum problema. Animais que ficam doentes frequentemente também podem estar com imunidade baixa.

Para realmente detectar o gato com imunidade baixa, é importante que ele seja examinado por um médico-veterinário, a fim de avaliar seu estado geral. Por meio de um exame de sangue simples, o hemograma, é possível identificar anemias e alterações nas células de defesa.

Se o bichano realmente foi diagnosticado com imunidade baixa, o médico-veterinário irá identificar as possíveis causas dessa condição e instituir o tratamento adequado das doenças concomitantes.

Medicamentos para aumentar a imunidade

Alguns suplementos e vitaminas são indicados em certas fases da vida, por exemplo, para filhotes, idosos e gatas prenhes. São fases específicas da vida do animal que devem ser supervisionadas pelo médico-veterinário. Nem todos os animais em momentos mais críticos irão precisar dessas intervenções.

Procure não medicar o pet por conta própria. Embora exista no mercado uma grande variedade de produtos, cada um é destinado a um objetivo específico, e uma medicação mal-utilizada pode trazer mais malefícios do que benefícios.

O uso de vitamina para gatos pode ser necessário em algumas situações, mas deve ser prescrito pelo profissional, pois a hipervitaminose (excesso de vitamina no organismo) também é prejudicial.

Os suplementos são indicados em diversas situações e, de modo geral, não trazem prejuízos. Prebióticos e probióticos auxiliam na saúde intestinal e ajudam o intestino a absorver de maneira mais eficaz os nutrientes da alimentação.

Como evitar a baixa imunidade?

Devemos lembrar que nem sempre é necessário aumentar a imunidade do gato. Se o animal recebe uma alimentação de qualidade, está protegido contra parasitas (carrapato, pulga e vermes) e com o protocolo vacinal em dia, é bem provável que a imunidade dele esteja boa.

Outra ferramenta importante para saber como aumentar a imunidade do gato é evitar obesidade e estresse, oferecendo um ambiente enriquecido com brinquedos, arranhadores e outros itens que o agradem.

Gato no colo do tutor.

O gato com imunidade baixa pode adoecer mais facilmente, porém, com os cuidados básicos e buscando ajuda profissional sempre que necessário, o pet será muito saudável. Se você acha que seu bichano precisa de um suplemento ou vitaminas, conte com nossa equipe para te orientar.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2022

Gato muito magro: o que pode ser?

O peso dos animais geralmente é um padrão que muitos tutores adotam para indicar se o pet está saudável ou não. Tanto o gato obeso quanto o gato muito magro podem gerar dúvidas e preocupações.

Gato deitado.

A princípio, somente o gato ser magro não quer dizer que ele tenha algum problema. O peso ideal de um gato é em torno de 3 e 5 kg, mas isso pode variar de acordo com o porte do animal, raça, estilo de vida, genética e individualidade de cada um.

Outra questão bastante preocupante é quando se observa o gato emagrecendo, principalmente sem nenhum motivo aparente. Neste artigo, você vai descobrir as principais causas que levam o gato a perder peso.

Por que o gato está magro?

A magreza em gatos pode estar associada a particularidades genéticas e individuais, não necessariamente a uma enfermidade. Nesse caso, não gera preocupação, por ser somente uma característica estética.

Condições ambientais e algumas doenças causam náusea, desconforto e indisposição. Nessas situações, o gato não quer comer e acaba emagrecendo, o que prejudica sua saúde e deve ser corrigido. Continue a leitura para entender melhor cada quadro.

Gatos ativos

Há situações em que o gato muito magro não condiz com uma disfunção do organismo, mas somente se trata de um bichano que tem muita energia e a gasta brincando ou em outras atividades físicas. Nesse caso, pode ser que a alimentação não tenha a quantidade de calorias necessárias para manter o peso ideal.

Gatos seletivos

Alguns gatos são mais seletivos na questão alimentar e podem não estar satisfeitos com a ração oferecida. A comida deve agradar o felino quanto ao cheiro, sabor e consistência. Alguns pets não se adaptam a qualquer alimento, deixam de comer e emagrecem ou não ganham peso.

A troca de ração deve ser sempre feita de forma gradual para não gerar desconforto gastrointestinal, e o tutor deve estar atento quanto à aceitação do gato à nova dieta. Caso o felino deixe de comer a quantidade de comida usual, pode ficar mais magro.

Estresse

Esses bichanos são muito sensíveis a qualquer alteração no ambiente. Lares com múltiplos animais, mudança de casa, visitas, integração de um novo membro ao núcleo familiar ou solidão também são fatores de estresse.

Em alguns casos, o gato pode deixar de comer. Em outros, ele continua comendo a mesma quantidade de comida, mas é possível notar que está emagrecendo devido ao alto nível de cortisol liberado no organismo.

Desnutrição

Se não for possível comer diariamente a quantidade de ração ideal ou quando a alimentação for de baixa qualidade, sem os nutrientes necessários. Além de magro, nessa condição, nota-se o gato desnutrido. A qualidade e a quantidade dos alimentos da dieta são fundamentais para a saúde, a manutenção e o ganho de peso.

Gato no meio da grama.

Parasitismo

Embora não tão frequente, o gato muito magro pode apresentar parasitas intestinais que causam vômito e diarreia, gerando desidratação. Na maioria do parasitismo, os vermes não causam sintomas ou sintomas sutis, como perda de apetite e observamos o gato emagrecendo e perdendo pelo.

Doenças endócrinas

As doenças endócrinas (hormonais) costumam deixar o gato muito magro, ainda que ele se alimente corretamente. Afetam principalmente os bichanos de meia-idade e idosos e vem acompanhadas de outros sintomas, como aumento da sede, vômito e diarreia. As mais comuns são diabetes e hipertireoidismo.

Doenças sistêmicas

De modo geral, todas as doenças que afetam o apetite e a digestão podem deixar o gato muito magro, principalmente se apresentam vômito e diarreia, que comprometem a absorção de nutrientes.

Alguns exemplos de enfermidades incluem doença renal crônica, câncer, cardiopatias e doenças infecciosas. A depender da doença, o gato pode perder massa muscular e gordura ativamente ou emagrecer por não comer adequadamente.

Problemas odontológicos

Os gatinhos também sofrem com tártaro, gengivite, quebra de dentes e tudo mais que possa causar dor na cavidade oral e dificultar a mastigação. Se o bichano sentir dor ao comer, certamente vai relutar para se alimentar.

Idade

Com a idade mais avançada, além de todos os problemas dentários e outras doenças concomitantes que podem estar associadas, o gato tende a perder massa muscular e gordura corporal de forma natural.

O que fazer para o gato engordar

Diante de um gato muito magro, a primeira coisa a fazer é levá-lo para atendimento veterinário. A partir do momento em que são identificadas as causas do emagrecimento ou da falta de ganho de peso, é possível instituir um protocolo.

Quando uma doença é diagnosticada e tratada adequadamente, é provável que o animal volte ao peso usual. Algumas situações podem ser mais complicadas, como nas doenças que não têm cura. Ainda assim, é provável que com o tratamento o gato melhore a condição corporal.

Em situações de desnutrição, a oferta de uma alimentação mais nutritiva e calórica restabelece a massa corporal. Pode ser necessário incluir vitaminas e suplementos durante essa fase, que devem ser prescritos pelo médico-veterinário.

Gato deitado ao lado da janela.

O tratamento e as intervenções para que o gato muito magro tenha o peso ideal irá depender do problema identificado. Manter as vacinas em dia, fazer o controle de parasitas, ter os cuidados com os dentes e visitar periodicamente o médico-veterinário garante a saúde do seu pet. Conte conosco para te ajudar nessa missão!

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sábado, 19 de novembro de 2022

Tem um gato ansioso? Confira aqui o que fazer para ajudá-lo!

Olhos vigilantes e atentos a tudo. Sustos constantes. Agitação. Hiperatividade. Coração acelerado. Se seu animal está apresentando esses sintomas, você pode estar diante de um gato ansioso!

Gato branco deitado no sofá.

A ansiedade pode estar ligada ao medo por antecipação, ou seja, ao felino perceber alterações ambientais — nem sempre claras para ele ou para os humanos — e ficar em constante estresse, esperando o evento acontecer. Assim, ele fica cronicamente estressado sem motivo aparente.

No entanto, isso não quer dizer que o motivo não exista. Pode ser que leve algum tempo de investigação por parte do tutor e do veterinário até que se determine e afaste a causa desse medo.

Como os gatos demonstram ansiedade?

Se você conhece alguém que tem ansiedade, vai notar algumas similaridades no comportamento do bichano: inquietude, alterações no apetite (tanto aumento quanto falta dele) e sintomas gastrointestinais, principalmente diarreia.

Comportamentos inadequados podem ser entendidos como um sinal, especialmente os destrutivos. Um gato estressado precisa de um tutor atento, pois essas alterações não começam ao acaso.

Alguns acontecimentos específicos, e objetos ou alterações da rotina ou do ambiente podem provocar estresse no gato ansioso. Assim, conhecer o dia a dia do animal é muito importante para poder ajudá-lo. Além dos sintomas acima, o peludo também pode:

  • urinar ou defecar fora da caixa;
  • ter mudança de comportamento;
  • começar a se esconder;
  • tornar-se agressivo com outros animais ou humanos;
  • aumentar a vocalização (miados);
  • demonstrar mais carência ou desinteresse;
  • apresentar feridas por conta do excesso de grooming (autolimpeza).

Causas de ansiedade nos gatos

Se os gatinhos foram retirados muito cedo da mãe na ninhada ou não vivenciaram o período de socialização, existe maior probabilidade de que sejam ansiosos. A ausência prolongada do tutor pode ser associada ao estresse do peludo. Falaremos sobre isso mais abaixo.

Existem outras causas que levam ao gato ansioso: ser exposto a plantas ou a elementos tóxicos pode deixá-lo assim. Por isso, é importante sempre prestar atenção e verificar se seu gato não está ingerindo alguma planta ou tem acesso a produtos químicos.

Gato no meio das plantas olhando para a câmera.

Além disso, algumas doenças infecciosas que atingem o sistema nervoso podem ser a causa do estresse. A idade avançada também pode ser responsável pela ansiedade, especialmente se a memória estiver afetada por alguma doença degenerativa. O esquecimento pode gerar estresse e deixar o gato ansioso.

Outras causas de um bichano ansioso podem incluir: alteração nos móveis da casa, inserção de outro felino ou outra espécie animal, chegada de um bebê e, acima de tudo, mudança para uma nova casa e falta de rotina. Imprevisibilidade do ambiente, presença de estranhos, inconsistências no comportamento do tutor e conflitos em uma casa com vários gatos também são estressantes.

Ansiedade de separação

Um comportamento quase patognomônico, ou seja, característico da doença da ansiedade de separação, é o gato seguir o tutor por todos os cômodos da casa, exigindo atenção constante.

Esse comportamento se altera quando o bichano percebe que a hora de seu dono sair de casa se aproxima. Com isso, ele pode se esconder, ficar mal-humorado ou aumentar a vocalização, deixando claro o aborrecimento. Porém, esse comportamento é mais comum em cães.

Como eu ajudo meu gato?

Se você tem um gato ansioso, o que fazer para ajudá-lo? Primeiro, tenha certeza de que seu bichano está ansioso e não apresenta outra doença, já que muitos sintomas têm origem orgânica. Logo, antes de pensar em ansiedade, todas as condições médicas devem ser excluídas.

Para isso, uma visita a um veterinário, preferencialmente especializado em gatos, é mandatória. Além disso, não é aconselhado administrar nenhum medicamento para ansiedade felina sem orientação veterinária, mesmo que você conheça algum calmante muito bom. Isso pode intoxicá-lo!

Ainda deve haver a criação de um ambiente rico, até divertido, para estímulo mental durante a ausência do tutor. Isso pode ser feito com arranhadores, postes, castelos ou quebra-cabeças.

Aliado a isso e a critério veterinário, podem ser utilizados difusores ou sprays com produtos calmantes próprios para felinos, com base em feromônios que são complementares ao enriquecimento ambiental.

Prevenção da ansiedade em gatos

É possível prevenir a ansiedade nos bichanos tornando o ambiente mais seguro sob o ponto de vista do gato e deixando-o à vontade para praticar seus comportamentos naturais. Forneça “pontos de vigia”, onde o gato possa ficar e observar tudo o que acontece no ambiente. Esses locais devem ser altos e em pontos estratégicos para que ele não fique incomodado.

Faça com que o pet tenha uma rotina rígida e previsível. Se ele souber o que está por vir, sente que tudo está sob controle e se acalma. Qualquer mudança deve ser feita muito lentamente. Para gatos com ansiedade de separação, o trabalho é maior e requer muita paciência. Comece indo para um cômodo da casa e deixando o peludo para fora por alguns minutos. Aumente o tempo conforme ele se adapta à sua “saída” da vista dele.

As interações devem ocorrer somente quando o felino permitir e pelo tempo que ele deixar. Forçá-lo a um relacionamento com outros animais e pessoas pode ocasionar um comportamento agressivo, ansioso, e fazer com que ele passe a evitar o contato com qualquer um.

Gato com a língua de fora.

Agora você já é expert em ajudar um gato ansioso, mas se quiser o auxílio de um especialista em felinos, o Hospital Veterinário Seres tem uma equipe altamente qualificada e apaixonada por animais. Venha nos conhecer!

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quarta-feira, 16 de novembro de 2022

Dente de gato caindo: saiba se isso é normal

A maioria dos tutores de gato são muito atentos a tudo o que acontece com eles. No entanto, alguns problemas odontológicos podem trazer desconforto e preocupação, como é o caso de dente de gato caindo. Por isso, é importante redobrar a atenção sobre os bichinhos.

Gato deitado.

Em algumas situações, é normal gato perder dente, principalmente quando é filhote. Já em um animal adulto, a perda pode estar associada a alguns problemas. Hoje, vamos esclarecer quando se preocupar quando o dente do gato cai.

O dente dos filhotes

Assim como a maioria dos mamíferos, o gato troca dente, ou seja, o dente de leite será substituído pelo permanente. Os filhotes de gato nascem sem dentes; os primeiros aparecem na terceira ou quarta semana de vida.

Após nascerem os 26 dentes de leite, entre o quarto e sétimo mês o gato começa a fazer a troca dentária de forma gradativa. Nesse período, é normal ver dente de caindo. A dentição permanente estará completa aos oito ou nove meses de vida.

O dente do gato adulto

Um gato adulto possui 30 dentes, sendo quatro caninos (dois superiores e dois inferiores), 12 incisivos (seis superiores e seis inferiores), 10 pré-molares (cinco superiores e cinco inferiores) e quatro molares (dois superiores e dois inferiores).

Se tudo correr bem durante a vida, o gato adulto permanecerá com essa quantidade de dentes até sua velhice. Embora seja comum gato velho perder dente, isso não é normal e pode estar relacionado a algumas patologias.

Problemas odontológicos

Estima-se que, a partir dos três anos de idade, o gato já tenha alguma alteração relacionada aos dentes. Não é normal observar dente de gato caindo nos animais adultos, por exemplo. Se isso acontecer, provavelmente indica alguma alteração descrita a seguir.

Doença periodontal

A doença periodontal é a mais comum entre os gatos adultos. Pela falta de higienização bucal e escovação, os restos de comida se acumulam nos dentes, principalmente perto da gengiva.

Bactérias que vivem normalmente na boca começam a se multiplicar e formam a placa bacteriana e, consequentemente, o tártaro. A longo prazo, ocorre gengivite (inflamação da gengiva), destruição das estruturas que sustentam os dentes e, em casos severos, a queda de dentes em gatos.

Gato deitado.

Fraturas

Outra causa de queda dentária pode ser a quebra e/ou fratura. Esse tipo de perda de dentes acontece após acidentes, principalmente atropelamento e quedas. O bichano pode perder o dente imediatamente ou ficar com ele mole. Assim, você observará o dente de gato caindo ao longo dos dias.

Se o dente fraturado for de leite, naturalmente, o dente permanente nascerá. Se o dente afetado for permanente, esse gatinho ficará banguelo. Em ambos os casos, é importante procurar assistência do médico-veterinário, pois pode haver dor e  complicações.

Tumores e abscessos

O dente de gato caindo também pode ser devido a um tumor (maligno ou benigno) que surgiu na cavidade oral. Ao atingir certas estruturas, como ligamentos, ossos e a própria gengiva, os gatos perdem dentes. O mesmo ocorre no caso do abscesso (acúmulo de pus)

Sinais de alterações odontológicas

É importante estar atento aos principais sintomas que afetam a cavidade oral dos gatos para evitar complicações. Um animal sem dentes pode ter dor e dificuldade em se alimentar, portanto, devemos sempre investir na prevenção.

É possível observar o dente do gato um pouco mais amarelado, e isso já indica formação de placa bacteriana. O dente amarronzado ou escurecido, parecendo ter pedra na superfície, é chamado de tártaro ou cálculo dentário. Essas duas condições são avaliadas pela inspeção a olho nu.

Sangramentos e a gengiva mais avermelhada também são sinais de doenças bucais. Essa inflamação pode ser consequência do tártaro ou de problemas isolados. O mau hálito é o principal incômodo notado por tutores e já é motivo para procurar assistência do médico-veterinário.

A presença de massas também pode ser observada, dependendo da localização dentro da boca e do tamanho. Todas essas alterações podem ou não estar acompanhadas de dificuldade na mastigação.

O que fazer se o dente caiu?

Se o dente do gato caiu, é importante levá-lo para uma avaliação, afinal, não é normal o dente do gato adulto cair. O médico-veterinário elucidará o motivo que fez o dente cair. No local do dente caído pode haver um buraco que permite a entrada de sujeira e bactérias, sendo necessário tratamento para evitar complicações.

Como prevenir a queda de dentes?

Assim como nos humanos, o gato também precisa escovar os dentes. Habituar o animal e ter disposição a escovar seus dentes diariamente previne as doenças que afetam os dentes, especialmente a doença periodontal.

Quando notar os primeiros sinais de alteração nos dentes, é importante procurar o médico-veterinário. Como o tártaro é o principal problema que acarreta dente de gato caindo, as limpezas para retirada de placas bacterianas e o próprio cálculo dental evitam que o animal perca o dente no futuro.

Gato deitado.

Nessas situações, procure ajuda o quanto antes. Seguindo as orientações veterinárias e as dicas encontradas no nosso blog é possível oferecer o melhor para seu amigo de quatro patas.

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terça-feira, 15 de novembro de 2022

Confira dicas de como limpar dente de gato

Para manter a saúde e os cuidados do seu bichano em dia, além das vacinações, vermífugos, brincadeiras e cuidados com a alimentação, é necessário manter uma higiene adequada. Continue a leitura para obter dicas em como limpar dente de gato.

Gato olhando para a foto.

É realmente necessário limpar o dente?

Muitos tutores se questionam sobre a necessidade da escovação dos dentes do gato. Embora a limpeza seja uma característica desses bichanos — já que eles tomam banho sozinhos por meio da lambedura e enterram as próprias fezes —, a higiene bucal para gatos também é um hábito importante e dependente do seu tutor.

Por meio da escovação dos dentes, é possível diminuir as chances de o pet ter problemas odontológicos como gengivite, placa bacteriana (que é formada entre 24 e 48 horas após alimentação), tártaro (consequência da placa bacteriana), inflamações e o motivo mais comum de queixa: gato com mau hálito.

Como vimos, a escovação dental traz muitos benefícios. Por outro lado, sabemos que pode ser uma tarefa difícil. Neste texto, vamos dar algumas dicas de como limpar dente de gato.

O que é preciso para escovar o dente do gato?

A primeira coisa a se fazer é separar o material necessário para a escovação. Esse material é facilmente encontrado em pet shops e lojas agropecuárias. O kit deve conter escova de dente para gato e pasta.

A escova de dente também pode ser substituída por uma dedeira — instrumento que se encaixa ao longo do dedo da pessoa que fará a escovação. Deve-se escolher o que for melhor aceito pelo gato e seja fácil de usar. O tamanho da escova também é importante para que caiba na boca do gato e não machuque.

Os tipos de pasta podem ser encontrados em diversos sabores para facilitar a aceitação do bichano e podem ser engolidos, já que o bichano não é capaz de cuspir. Em nenhuma hipótese pode escovar dente do gato com pasta humana.

O preparo do gato

Aparentemente, pode parecer complexo entender como limpar dente de gato. Porém, se a rotina for introduzida de forma tranquila e gradual, sem gerar muito estresse, esse hábito pode ser enfrentado pelo animal como um momento de carinho e cuidado durante o dia.

Para que esse evento seja o menos traumático possível, escolha um local tranquilo, sem interferências de outras pessoas, animais e barulhos extremos. O processo pode ser feito em um local onde seu amigo de quatro patas normalmente gosta de ficar. Ofereça muito carinho e afeto para que ele entenda esse momento como algo prazeroso.

Se o gato se tornar agressivo, relutante durante esse momento, não insista muito. Ao forçá-lo a algo que não quer, o bichano pode ficar ainda mais arredio nas próximas tentativas e dificultar a introdução da escovação à sua rotina.

Gato olhando para cima.

Como é feita a escovação?

Após colocar a pasta dental na escova ou dedeira, faça carinho no gato e introduza a escova na sua boca. A escovação é semelhante à escovação de dentes dos seres humanos. Deve-se aplicar um pouco de força para gerar atrito nos dentes, mas de forma suave para que não machuque a gengiva.

Uma dica é deixar o gato lamber a pasta antes de iniciar a escovação. Como o sabor é gostoso, ele pode ficar curioso para receber mais. Não é necessário o enxágue bucal. Como vimos, a pasta de dente dos animais é feita exclusivamente para eles, não prejudica a saúde e pode ser engolida sem preocupação.

Frequência da escovação

Agora que você já sabe como limpar dente de gato, deve estar se perguntando com que frequência isso deve ser feito, e a resposta é: diariamente. Escovar uma vez ao dia oferece mais saúde oral para seu amigo, mas, se isso não for acessível, tente escovar quantas vezes forem possíveis durante a semana.

Com animais mais ariscos, que não permitem a manipulação da boca, isso pode ser um trabalho difícil para o tutor. Entretanto, com paciência e realizando essa rotina pouco a pouco, muitos bichanos acabam se acostumando. Comece dois ou três dias na semana e, conforme a aceitação, aumente a frequência.

Sempre após o término da escovação, ofereça uma recompensa. Pode ser um brinquedo, brincadeira, carinho ou guloseima. O reforço positivo deve ser feito quando o gato aceita escovar os dentes, já que é uma maneira de estimulá-lo a cooperar.

Quando o gato não aceita

Há casos onde realmente a higiene felina bucal se torna impossível, seja porque o gato é bravo, morde e arranha, seja por algum erro do tutor. Diante desses casos, precisamos abrir mão da escovação (mesmo sabendo da sua importância) e fazer uso de métodos alternativos.

Os enxaguantes bucais adicionados na água podem auxiliar na diminuição da formação de placas bacterianas, gengivites e outras doenças. Há também no mercado biscoitos e brinquedos que promovem uma melhora na saúde bucal. Outras rações possuem aditivos que diminuem a formação de tártaro.

Como limpar dente de gato somente com a escovação é eficaz, não é mesmo? Especialmente contra sujeiras mais profundas, alguns métodos e produtos podem ser complementares na limpeza.

Gato olhando para a foto com o fundo vermelho atrás.

A escovação é o melhor caminho para evitar problemas dentários futuros. O médico-veterinário saberá te orientar como limpar dente de gato caso você encontre dificuldades. Conte sempre com nossa equipe para oferecer o melhor cuidado para seu amigo de quatro patas.

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sábado, 12 de novembro de 2022

Dente de gato caindo: saiba se isso é normal

A maioria dos tutores de gato são muito atentos a tudo o que acontece com eles. No entanto, alguns problemas odontológicos podem trazer desconforto e preocupação, como é o caso de dente de gato caindo. Por isso, é importante redobrar a atenção sobre os bichinhos.

Gato deitado.

Em algumas situações, é normal gato perder dente, principalmente quando é filhote. Já em um animal adulto, a perda pode estar associada a alguns problemas. Hoje, vamos esclarecer quando se preocupar quando o dente do gato cai.

O dente dos filhotes

Assim como a maioria dos mamíferos, o gato troca dente, ou seja, o dente de leite será substituído pelo permanente. Os filhotes de gato nascem sem dentes; os primeiros aparecem na terceira ou quarta semana de vida.

Após nascerem os 26 dentes de leite, entre o quarto e sétimo mês o gato começa a fazer a troca dentária de forma gradativa. Nesse período, é normal ver dente de caindo. A dentição permanente estará completa aos oito ou nove meses de vida.

O dente do gato adulto

Um gato adulto possui 30 dentes, sendo quatro caninos (dois superiores e dois inferiores), 12 incisivos (seis superiores e seis inferiores), 10 pré-molares (cinco superiores e cinco inferiores) e quatro molares (dois superiores e dois inferiores).

Se tudo correr bem durante a vida, o gato adulto permanecerá com essa quantidade de dentes até sua velhice. Embora seja comum gato velho perder dente, isso não é normal e pode estar relacionado a algumas patologias.

Problemas odontológicos

Estima-se que, a partir dos três anos de idade, o gato já tenha alguma alteração relacionada aos dentes. Não é normal observar dente de gato caindo nos animais adultos, por exemplo. Se isso acontecer, provavelmente indica alguma alteração descrita a seguir.

Doença periodontal

A doença periodontal é a mais comum entre os gatos adultos. Pela falta de higienização bucal e escovação, os restos de comida se acumulam nos dentes, principalmente perto da gengiva.

Bactérias que vivem normalmente na boca começam a se multiplicar e formam a placa bacteriana e, consequentemente, o tártaro. A longo prazo, ocorre gengivite (inflamação da gengiva), destruição das estruturas que sustentam os dentes e, em casos severos, a queda de dentes em gatos.

Gato deitado.

Fraturas

Outra causa de queda dentária pode ser a quebra e/ou fratura. Esse tipo de perda de dentes acontece após acidentes, principalmente atropelamento e quedas. O bichano pode perder o dente imediatamente ou ficar com ele mole. Assim, você observará o dente de gato caindo ao longo dos dias.

Se o dente fraturado for de leite, naturalmente, o dente permanente nascerá. Se o dente afetado for permanente, esse gatinho ficará banguelo. Em ambos os casos, é importante procurar assistência do médico-veterinário, pois pode haver dor e  complicações.

Tumores e abscessos

O dente de gato caindo também pode ser devido a um tumor (maligno ou benigno) que surgiu na cavidade oral. Ao atingir certas estruturas, como ligamentos, ossos e a própria gengiva, os gatos perdem dentes. O mesmo ocorre no caso do abscesso (acúmulo de pus)

Sinais de alterações odontológicas

É importante estar atento aos principais sintomas que afetam a cavidade oral dos gatos para evitar complicações. Um animal sem dentes pode ter dor e dificuldade em se alimentar, portanto, devemos sempre investir na prevenção.

É possível observar o dente do gato um pouco mais amarelado, e isso já indica formação de placa bacteriana. O dente amarronzado ou escurecido, parecendo ter pedra na superfície, é chamado de tártaro ou cálculo dentário. Essas duas condições são avaliadas pela inspeção a olho nu.

Sangramentos e a gengiva mais avermelhada também são sinais de doenças bucais. Essa inflamação pode ser consequência do tártaro ou de problemas isolados. O mau hálito é o principal incômodo notado por tutores e já é motivo para procurar assistência do médico-veterinário.

A presença de massas também pode ser observada, dependendo da localização dentro da boca e do tamanho. Todas essas alterações podem ou não estar acompanhadas de dificuldade na mastigação.

O que fazer se o dente caiu?

Se o dente do gato caiu, é importante levá-lo para uma avaliação, afinal, não é normal o dente do gato adulto cair. O médico-veterinário elucidará o motivo que fez o dente cair. No local do dente caído pode haver um buraco que permite a entrada de sujeira e bactérias, sendo necessário tratamento para evitar complicações.

Como prevenir a queda de dentes?

Assim como nos humanos, o gato também precisa escovar os dentes. Habituar o animal e ter disposição a escovar seus dentes diariamente previne as doenças que afetam os dentes, especialmente a doença periodontal.

Quando notar os primeiros sinais de alteração nos dentes, é importante procurar o médico-veterinário. Como o tártaro é o principal problema que acarreta dente de gato caindo, as limpezas para retirada de placas bacterianas e o próprio cálculo dental evitam que o animal perca o dente no futuro.

Gato deitado.

Nessas situações, procure ajuda o quanto antes. Seguindo as orientações veterinárias e as dicas encontradas no nosso blog é possível oferecer o melhor para seu amigo de quatro patas.

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sexta-feira, 16 de setembro de 2022

Vacina para gato: conheça os protocolos para cada fase de vida

Alguns termos que os veterinários usam podem acabar confundindo o tutor. É o caso da vacina para gato. Com tantos nomes complicados de doenças, é compreensível que haja muita confusão, mas nossa missão é descomplicar! Venha com a gente!

vacina para gato

No geral, a decisão de quais vacinas o gato precisa tomar é do médico-veterinário. Porém, como conhecimento nunca é demais, é importante que o tutor saiba os tipos de vacina que existem e os protocolos vacinais usados. 

Exames necessários antes da vacinação

Vacinar um gato não é o mesmo que vacinar um cão. Para os gatos, o estilo de vida é importante para decidir o protocolo vacinal que será utilizado em cada caso. Exames de sangue para testar contra Fiv e Felv são primordiais antes de vacinar o bigodudo, por exemplo.

Tipos de vacinas

Existem basicamente dois tipos de vacina para gato: as monovalentes, que o protegem de uma única doença, e as polivalentes, que fazem a prevenção de duas ou mais enfermidades. Estas são conhecidas como “V” e um número ao lado, que indica a quantidade de doenças que previnem.

Vacinas polivalentes

As vacinas polivalentes ou múltiplas são chamadas de V3 (tríplice), V4 (quádrupla) e V5 (quíntupla). Elas protegem contra três, quatro ou cinco doenças infectocontagiosas dos gatos, respectivamente.

A vacina V3 atua na proteção contra a rinotraqueíte infecciosa felina, a calicivirose felina e a panleucopenia felina. Ela é reconhecida como uma vacina essencial dos felinos pelos protocolos vacinais internacionais.

Já a V4 promove a produção de anticorpos contra todas as doenças da V3 e contra a clamidiose felina. Já a vacina V5 para gatos é contra todas as doenças da quádrupla junto à leucemia felina.

Vacinas monovalentes

A vacina do tipo monovalente mais conhecida é a vacina contra o vírus da raiva, que é fatal e uma importante zoonose. Também existe aquela que protege o animal contra o fungo Microsporum canis, mas ela não entra no protocolo vacinal regular.

De todas as vacinas para gatos citadas acima, somente a vacinação antirrábica é obrigatória em todo o território nacional. Ela é fornecida gratuitamente pelo governo. No entanto, para a saúde do gato, as polivalentes também são essenciais.

vacina para gato

Doenças que as vacinas polivalentes previnem

Rinotraqueíte infecciosa felina

É uma doença do trato respiratório superior dos gatos causada por um alphaherpesvírus do tipo I que só acomete essa espécie. Cerca de 90% dos gatos é portador desse vírus, por isso, é muito difícil erradicá-la, sendo a vacinação felina a melhor forma de preveni-la.

Os sintomas são parecidos com os de uma gripe, como espirros, tosse, febre, falta de apetite, secreção ocular e nasal abundante, purulenta ou não. O tratamento é feito com terapia de suporte e antibióticos, se houver infecção bacteriana secundária.

Calicivirose felina

A calicivirose felina também é uma doença causada por um vírus. Ela é altamente contagiosa e acomete o trato respiratório superior do felino. A forma de transmissão é igual à do herpesvírus felino e os sintomas também, por isso, elas são facilmente confundidas.

A diferença entre as duas, porém, é que o calicivírus provoca úlceras na mucosa oral, no palato mole e na língua. Nos animais com baixa imunidade, pode ser grave. O tratamento também é de suporte e com antibióticos, no caso de bactérias secundárias.

Panleucopenia felina

É causada por um parvovírus, a partir do qual deriva o vírus da parvovirose canina. Causa gastroenterite (sanguinolenta ou não), muitos vômitos, falta de apetite e febre. Pode levar filhotes ao óbito. Como com os outros vírus, o tratamento é suporte.

Clamidiose felina

Essa doença é causada por uma bactéria chamada Chlamydophila felis, que preferencialmente afeta a conjuntiva do pet, causando conjuntivite. Sinais respiratórios não são comuns, mas podem ocorrer. É uma zoonose importante em pessoas imunocomprometidas.

Leucemia felina

A leucemia felina é a doença viral mais temida dos felinos e enfraquece o sistema imunológico do animal, deixando-o sujeito a outras infecções, causando tumores (linfomas ou leucemia) e doenças degenerativas. Essa doença deve ser prevenida com a vacina para gato!

Ela passa por contato constante com as secreções e excreções do gato contaminado. É uma enfermidade muito temida, pois se mostra de muitas formas que podem ser graves e levar o animal ao óbito. Não há tratamento, por isso a vacina para os grupos de risco é tão importante.

Protocolo vacinal

O calendário vacinal de gatos varia conforme a idade do pet, os resultados de seus exames e seu estilo de vida. Este fator é importante, pois gatos que saem para a rua não podem ter o mesmo protocolo de gatos domiciliados, já que têm muito mais risco de adoecer.

Vacinando filhotes

A primeira vacina para gato deve ser aplicada aos dois meses de idade, já que, antes disso, há interferência na vacinação pelos anticorpos maternos. Depois, há mais duas doses com intervalo de 30 dias. No mesmo dia da última dose, é possível administrar a vacina contra a raiva.

Vacinando filhotes com até 6 meses ou mais

Para gatos entre 16 semanas e 6 meses de vida, aplica-se somente duas doses da polivalente e da antirrábica, com reforço da polivalente entre 6 e 12 meses. Animais com mais de seis meses recebem somente as duas doses da polivalente com a antirrábica. 

Atualmente, recomenda-se a frequência de reforço de acordo com o estilo de vida do gato. Gatos domiciliados, de apartamento, sem contato com outros animais/meio externo, podem ser vacinados a cada 2 anos. Gatos com acesso à rua devem ser vacinados anualmente.

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Esperamos ter esclarecido as dúvidas sobre a vacina para gato. Caso precise aplicar as vacinas no seu gatinho, leve-o à unidade Seres mais próxima e apaixone-se por nosso atendimento e por nossa equipe!

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